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Futurismo, Future Thinking e Foresight: o que isso tem a ver com a sua empresa HOJE?

Se você já se perguntou onde se imagina daqui a 5 ou 10 anos, pode dizer que já fez um exercício básico de futurismo. Se considerou cenários que podem impactar seu caminho até lá, pode dizer que já avançou um pouco mais.

Agora, se você quer saber como Futurismo, Future Thinking ou Foresight podem ajudar a sua empresa ou startup, este é o lugar. Depois de trazer a definição e um breve histórico, vamos conversar sobre algumas ferramentas de implementação e mostrar exemplos práticos de como aplicamos isso na Raízen e no Pulse. Afinal, estamos redefinindo a energia do futuro 😉

O que é Futurismo, Future Thinking e Foresight

Os nomes utilizados variam de acordo com as escolas, grupos de estudos ou consultorias vinculadas ao tema. Para um breve panorama, comecemos por três definições mais básicas

Futurismo é o termo geral que abrange todas as abordagens voltadas para análise de futuros, com ou sem ferramentas ou metodologias próprias. * Não confundir com o movimento artístico de mesmo nome que ocorreu no início do século 20.*

Future Thinking é a habilidade de analisar sinais do presente, tendências e possibilidades para tomar as melhores decisões para a construção de futuros desejáveis.

Foresight é o conjunto de ferramentas ou práticas que ajudam empresas a visualizarem, se prepararem e/ou se anteciparem em possíveis cenários futuros

Independentemente da linha que se siga, está cada vez mais claro para diferentes empresas, startups e até para governos que pensar o futuro é cada vez mais importante e que isso requer metodologia.

E não é de hoje

Embora as especulações sobre o futuro tenham sempre acompanhado nosso imaginário e a ficção científica, a aplicação mais rigorosa começa na década de 1940, na avaliação de cenários do pós-guerra para a definição de estratégias militares. 

Décadas mais tarde, os roadmaps de visualização de “sinais do futuro” passaram a ser usados por grandes empresas – especialmente a indústria da moda, que popularizou a expressão de análise de tendências.

O futurismo anda de mãos dadas com a inovação. 

E isso vale para os mais diversos setores. O que muda é a relação que a empresa vai ter com os cenários que é capaz de antecipar. 

1) A empresa pode esperar a confirmação do cenário e promover uma inovação reativa

2) ela pode investir em inovação adaptativa, preparando seu próprio público para esse futuro; ou 3) pode fazer inovações preditivas, que vão ajudar a desenhar o mercado em que se inserem (e assumir os riscos disso).

No podcast sobre o tema promovido pela PwC Agtech Innovation, a professora Beatriz Alcântara cita o exemplo da Apple para falar da relação entre inovação, foresight e tomada de decisão. 

Segundo ela, o lançamento do iPhone pode ter sido segurado para um momento em que o público estivesse mais pronto. No início dos anos 2000, as pessoas estavam recém se acostumando a telefones celulares com teclados. Um telefone todo touchscreen poderia ser muito disruptivo e ter baixa aceitação. Foi assim que o lançamento e a evolução do tocador de música iPod, com seu design mais clean e progressivamente touch, teria aberto espaço para o fenômeno do iPhone.

Mas como antecipar o futuro?

O futuro dá sinais. A antecipação do futuro requer a observação atenta do que está acontecendo no presente. Ou, nas palavras de Fred Trajano, CEO da Magazine Luiza, requer a “capacidade fuçativa”. Aqui entram informações disponíveis na mídia, universidades, eventos, palestras, redes sociais, nas ruas. 

É na leitura e cruzamento desses dados que um bom futurista começa a desenhar cenários possíveis. Ferramentas digitais como Google Trends, SEMrush e relatórios anuais de tendências fornecem dados macro. Conhecimento de tecnologia, história, sociologia, antropologia e política fornecem lentes para deixar essa leitura ainda mais acurada. 

Dica: salve conteúdos que trazem indícios de futuro em pastas para cada setor

E não basta analisar somente o seu setor. A consultoria Aerolito propõe uma análise de sinais do presente em três ondas para criar diferentes cenários futuros. 

A primeira onda considera mudanças que provocam impacto direto no seu negócio, como comportamento do seu público, concorrentes e líderes do seu setor. 

A segunda onda, de impacto indireto, presta atenção a novos players que estão modificando o seu mercado.

A terceira onda de observação considera o impacto transversal que outras áreas fora do seu mercado possam provocar (por exemplo, uma mudança na alimentação pode provocar uma mudança do agro).

O desenho dos mapas se dá pela combinação dessas informações em diferentes possibilidades. Note que é possível criar cenários totalmente opostos entre si, e é aqui que está a riqueza da análise.

Um exercício: a partir de um cenário que você vê como possível, pergunte-se: o que eu gosto aqui? O que eu não gosto? Que oportunidade posso aproveitar? Que dificuldade devo contornar? A partir dessa sistematização é possível criar um planejamento estratégico com os próximos passos. Aqui, o design thinking pode se tornar um aliado do future thinking para imaginar e traçar futuros desejáveis

Leia também: Metodologias ágeis: como elas podem ajudar sua startup  

Futurismo na Raízen

Estamos sempre de olho nas tendências do mundo e do nosso mercado. 

A Raízen já nasceu da observação da necessidade de transição energética gradual, justa e acessível. A partir daí, foram feitos investimentos em pesquisa de desenvolvimento e aprimoramento de energias renováveis. Sabemos que o futuro da energia não tem via única, por isso investimos em um portfólio diverso que atenda a diferentes cenários.

Etanol de segunda geração, biogás, parceria para geração de combustível de aviação sustentável, pontos de recarga para carros elétricos, hidrogênio renovável são alguns dos frutos desse esforço. 

Esse exercício é feito também diariamente nos diferentes setores e frentes de negócio. No Pulse, acompanhamos constantemente o que empresas e startups de outras áreas estão fazendo. É dessa habilidade de Future Thinking que pode nascer uma nova ideia.

Aliás, esse olhar atento para as novidades resultou neste artigo sobre o Futuro do Açúcar. Vale a leitura

Principais fontes utilizadas:

https://aeroli.to/

Jornada de Inovação T2 | EP8: Futures Thinking: Decodificando e combinando sinais

A história do iPod – TecMundo

Conheça o foresight e entenda o que faz um futurista • ESPM

Estudos de Futuros, Foresight, Futurismo, Futurologia, Futures Thinking… Qual nome??? – Futurotopia

Qual é a diferença entre Futures Thinking e Futurismo?

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Design Thinking e suas ferramentas para startups

Como criar um produto ou serviço que traga soluções e se conecte com os clientes, em um mercado competitivo? Como se destacar?

Pensando na resolução de problemas e na eficiência das soluções dos clientes, o design thinking aborda desafios e oportunidades, colocando empatia, colaboração e experimentação no centro do processo.

O conteúdo que você verá aqui faz parte de uma série sobre metodologias, que ajudam a implementar soluções criativas e eficientes em negócios. Neste artigo, vamos explorar as ferramentas de design thinking que ajudam a superar obstáculos e prosperar em um ambiente desafiador.

Vamos lá?

O que é Design Thinking?

Como você resolve os problemas complexos da sua equipe? Partindo de uma abordagem que garanta a inovação do negócio, o design thinking se mostra uma ferramenta atrativa.

Essa abordagem auxilia na compreensão profunda das necessidades e expectativas dos clientes, identificando oportunidades de melhoria e geração de soluções criativas.

Por exemplo, uma empresa pode iniciar esse processo entrevistando clientes para entender suas experiências e desafios. Em seguida, algumas sessões de brainstorm são realizadas, para gerar ideias inovadoras que abordem esses desafios de forma eficaz.

A partir daí, as ideias são transformadas em protótipos simples para teste com os usuários, permitindo que a empresa obtenha feedback valioso para aprimorar e reaplicar suas soluções.

Portanto, dentro de uma cultura organizacional, o design thinking tem o potencial de impulsionar a inovação, melhorar a experiência do cliente e manter uma vantagem competitiva duradoura.

Leia também: Inovação de Práticas pede diversidade de pessoas (e ideias)!

Quais são as etapas do Design Thinking?

Por sua natureza cíclica e centrada no usuário, o design thinking exige uma abordagem sistemática para garantir que as soluções desenvolvidas atendam efetivamente às necessidades e expectativas dos usuários finais. 

Vamos compreender cada uma dessas etapas:

Empatia

Na fase de empatia, as equipes mergulham no mundo dos usuários para ouvir suas experiências e compreender suas emoções, motivações e contextos de vida. 

Por exemplo, ao criar uma nova solução de software, entrevistas detalhadas ajudam a entender os recursos necessários e as frustrações diárias dos usuários com o software atual.

Definição do problema

Através dos insights obtidos na fase de empatia, os problemas são identificados e delineados para resolução. Mas é imprescindível que essa compreensão seja abrangente e específica para garantir um resultado mais eficiente.

Por exemplo, uma startup com dificuldade em validar suas ideias de negócio, define seu problema como a falta de acesso a ferramentas de pesquisa de mercado acessíveis.

Essa definição concisa direciona todo o processo de desenvolvimento, garantindo que as soluções propostas estejam alinhadas com as necessidades e desafios específicos enfrentados pelos empreendedores.

Ideação

Na fase de ideação, as equipes constroem sobre o problema definido anteriormente, explorando diversas soluções criativas e inovadoras. 

Essa é uma fase colaborativa e principalmente: sem julgamentos! Aqui o objetivo é gerar um conjunto diverso de ideias, mesmo que algumas pareçam inicialmente improváveis ou fora do comum. 

Ao final, as equipes terão um montante robusto de ideias para avaliar e desenvolver posteriormente.

Prototipagem

Após a fase de ideação, as equipes avançam para a prototipagem, transformando as ideias geradas em representações tangíveis e testáveis. 

Esses protótipos simples ajudam a visualizar e validar as soluções propostas, permitindo uma avaliação rápida de sua viabilidade e eficácia. O objetivo é testar rapidamente as ideias para identificar pontos fortes, fraquezas e oportunidades de melhoria. 

Essa abordagem possibilita que as equipes refinem e aprimorem suas soluções com base no feedback recebido, antes de investir recursos significativos no desenvolvimento completo.

Teste

E enfim, a fase de teste, a última etapa antes da implementação final.

Aqui, as soluções prototipadas são submetidas a uma avaliação prática para validar sua eficácia e usabilidade. Os protótipos são apresentados aos usuários reais, que fornecem feedback detalhado sobre sua experiência. 

O principal objetivo é identificar quais aspectos das soluções estão funcionando bem e quais precisam ser aprimorados. Com base nesse feedback valioso, as equipes podem realizar ajustes finais antes de lançar a solução no mercado. 

Esse teste garante que as soluções atendam adequadamente às necessidades dos usuários, alcançando assim os objetivos estabelecidos desde o início do processo de design thinking.

Por que investir em Design Thinking?

Até aqui você já entendeu o que é o design thinking, quais são as suas etapas e como elas são aplicadas na prática. Mas, e agora, como garantir que sua startup cresça e se desenvolva em um mercado onde as expectativas dos clientes estão sempre em alta?

Investir em design thinking é transformar sua startup em uma força a ser reconhecida, garantindo que cada produto e serviço desenvolvido seja não apenas funcional, mas também gere conexão com os clientes. 

Entre os benefícios desta abordagem para o seu negócio estão:

  • compreensão mais profunda dos clientes
  • inovação centrada no usuário
  • promoção da experimentação interativa
  • redução do risco de falhas
  • aperfeiçoamento da experiência do cliente
  • estímulo à criatividade e à colaboração
  • criação de uma cultura de inovação

Leia também: Como a inovação pode ser aliada dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável?

Design Thinking e seus desafios: da teoria à prática

Quando levamos o design thinking para a prática, no dia a dia das startups, vemos o processo de resolução de problemas como uma oportunidade de desenvolvimento. O autor Peter Thiel, em seu livro “Zero to One” fala exatamente sobre essas maneiras originais de se pensar.

Thiel argumenta que a verdadeira inovação surge ao criar algo completamente novo, sem copiar o que já existe. Quando uma startup adota o design thinking, essa mentalidade inovadora se torna central. 

A abordagem prioriza as necessidades do cliente e a melhoria constante, substituindo os modelos convencionais por uma abordagem mais criativa e centrada no usuário.

Por conta disso, antes mesmo de sair implementando etapas de um processo e suas técnicas, é preciso entender que o sucesso dessa implementação depende de fatores culturais.

Além disso, alguns desafios podem surgir, exigindo ainda mais resiliência da equipe, do negócio e das lideranças. Alguns deles são: 

  • tempo e recursos limitados
  • resiliência à mudança
  • falta de experiência ou conhecimento
  • falta de empatia
  • baixo investimento
  • liderança despreparada

Superar esses desafios requer comprometimento, liderança eficaz e uma abordagem resiliente. Dessa forma, se mantém o aprendizado constante e adaptativo às necessidades da startup.

15 ferramentas de Design Thinking para sua startup

Agora que discutimos os benefícios, a importância do design thinking e definimos como aplicá-lo, vamos explorar algumas das principais ferramentas que podem ser úteis para sua startup em cada etapa do processo:

EMPATIA

  • Entrevistas com clientes: conversas diretas e profundas com os usuários finais para compreender suas necessidades, desejos e desafios.
  • Observação no local: observar os usuários em seu ambiente natural para entender como eles interagem com produtos e serviços existentes.
  • Grupos focais: reuniões organizadas com um grupo de potenciais clientes para discutir suas opiniões e experiências com um produto ou serviço, permitindo uma troca rica de ideias e percepções.
  • Questionários online: acessíveis e eficientes para alcançar um público mais amplo, permitem coletar dados sobre as preferências e comportamentos dos usuários. Cuidado para que não seja muito extenso. 

DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

  • Personas: criação de perfis fictícios que representam diferentes tipos de usuários, com base em insights coletados durante as entrevistas e observações.
  • Mapa de empatia: ajuda a consolidar as informações coletadas durante a fase de empatia, destacando as necessidades, dores, desejos e comportamentos dos usuários.
  • Jornada do usuário: representação visual da experiência do usuário ao interagir com um produto ou serviço, destacando pontos de dor, momentos de alegria e oportunidades de melhoria.
  • Declaração do problema: formulação clara e concisa do desafio a ser abordado, baseada nas descobertas da fase de empatia e na análise da jornada do usuário.

IDEAÇÃO

  • Brainstorming: geração de ideias em grupo, em que os participantes são encorajados a expressar livremente suas ideias.
  • Mapas mentais: ajuda a visualizar, organizar e explorar ideias de forma não linear, estimulando a criatividade e a associação de conceitos.
  • SCAMPER: oferece diferentes perguntas para estimular a geração de ideias, explorando como um produto ou serviço pode ser Substituído, Combinado, Adaptado, Modificado, Proposto, Eliminado e/ou Reorganizado para melhor atender às necessidades dos usuários.

PROTOTIPAGEM

  • Protótipos de baixa fidelidade: representações simples e rápidas das soluções propostas, geralmente feitas de papel, cartolina ou materiais recicláveis, usadas para testar conceitos e coletar feedback inicial.
  • Protótipos de alta fidelidade: representações mais elaboradas das soluções. Podem incluir wireframes digitais, maquetes físicas ou simulações interativas, usadas para testar a funcionalidade e a usabilidade com mais detalhes.
  • Storyboards: ilustram como um usuário interage com a solução em diferentes cenários, ajudando a comunicar a experiência do usuário de forma clara e envolvente.

TESTE

  • Testes de usabilidade: observação direta dos usuários interagindo com o protótipo, para identificar pontos fortes, pontos fracos e áreas de melhoria.
  • Entrevistas de feedback: conversas estruturadas com os usuários para entender suas percepções, opiniões e sugestões após a interação com o protótipo.
  • Testes A/B: comparação de diferentes versões de um produto ou serviço para determinar qual é mais eficaz em atender às necessidades dos usuários e alcançar os objetivos desejados.

Design Thinking no Pulse e na Raízen

A abordagem design thinking está presente no dia a dia do Pulse e da Raízen, ao lado das metodologias ágeis. Para isso, contamos com o suporte do time do LACE (Lean-Agile Center of Excellence), referência na aplicação de abordagens ágeis. Esse apoio é fundamental para entender e transformar os desafios das áreas de negócio da Raízen em oportunidades de inovação por meio do Pulse.

A colaboração com o LACE ajuda a mover as ideias do papel para a prática, passando pelas etapas de empatia e definição até a prototipagem e teste. Esse processo, impulsionado pela agilidade do LACE, garante que as soluções evoluam de forma iterativa e flexível. 

Assim, o uso do design thinking, junto a outras abordagens e ferramentas, nos ajuda a impulsionar a inovação e o crescimento, alinhando as necessidades dos usuários com os objetivos estratégicos da empresa.

E aí, curtiu o conteúdo?

Quando equipes utilizam o design thinking como parte da sua cultura organizacional, a gestão de problemas adota também novos formatos, agregando uma mentalidade coletiva e criativa. 

Neste cenário, a inovação se torna um fator emergente em todos os processos e relações. Se esse conteúdo te interessou, temos uma outra indicação para você, que fala sobre as metodologias e sua funcionalidade em startups.

Leia também: Metodologias ágeis: como elas podem ajudar sua startup?

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Futuro do açúcar: os avanços das startups para alimentação doce e saudável

O açúcar, ingrediente milenar e versátil, enfrenta desafios para se adaptar às novas demandas do mercado. Consumidores cada vez mais conscientes buscam alternativas mais saudáveis, sem abrir mão do sabor e da funcionalidade. Essa busca impulsiona uma corrida por inovações entre startups, que desenvolvem soluções para reinventar o açúcar e atender às expectativas do público moderno.

Como hub de inovação da Raízen, a maior empresa exportadora de açúcar do mundo, nós acompanhamos essas pesquisas e inovações com atenção.  Conheça alguns dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos mundo afora, e as inovações que estamos promovendo aqui também.

Inovar para quê? 

As inovações na produção de açúcar caminham para diferentes objetivos: da maior sustentabilidade e transparência nas etapas de produção ao desenvolvimento de alternativas menos calóricas ou nutricionalmente mais interessantes.

Redução de calorias e açúcares: não é de hoje que o mercado busca alternativas sintéticas ou naturais para adoçar alimentos sem elevar o valor calórico. Desde 2023, adoçantes como sacarina, sucralose, aspartame, stevia e derivados são contraindicados pela OMS para uso contínuo de controle de peso. Nesse sentido, adoçantes naturais, como eritritol e xilitol, ganham espaço por oferecerem doçura sem o impacto calórico do açúcar tradicional.

Funcionalidade e benefícios à saúde: enriquecimento com vitaminas, minerais e fibras prebióticas transforma o açúcar em um ingrediente com propriedades funcionais, promovendo bem-estar e saúde.

Sustentabilidade e impacto ambiental: a busca por processos de produção mais limpos e eficientes, com menor uso de recursos naturais e menor emissão de carbono, é fundamental para atender às demandas do consumidor consciente. 

Neste último quesito, a Raízen é uma das líderes em inovação, com processos cada vez mais sustentáveis certificadas internacionalmente pela Bonsucro. Uma das inovações mais recentes da empresa é o rastreamento do açúcar não-geneticamente modificado. A tecnologia de rastreamento utiliza blockchain para assegurar que o açúcar comercializado não passou por transgenia.

3 Startups na vanguarda da inovação do açúcar

A corrida das foodtechs em busca do açúcar mais saudável reflete a importância do tema mundialmente. Destacamos algumas inovações que chamaram nossa atenção por aqui:

Oobli: a startup americana produz proteínas doces com sabor semelhante ao do açúcar, mas até 5 mil vezes mais doce. Os estudos iniciais indicam que não há alteração sanguínea com o consumo, pois a quantidade da proteína necessária para adoçar alimentos é ínfima. Essas proteínas são retiradas de cerca de 12 frutas encontradas principalmente na África Ocidental e outros ambientes equatoriais.

A empresa já comercializa chocolates e chás gelados adoçados com essas proteínas doces.

Ambrosio Bio e Bonumose: essas duas startups (a primeira israelense e a segunda americana) desenvolveram enzimas para fermentar e dar escala comercial à produção de açúcares raros e de baixíssimo índice glicêmico. A primeira consegue fazer isso com a alulose e a segunda com a tagatose. Esses açúcares naturais são encontrados em frutas como maçã e cacau, porém em baixa quantidade. A extração deles em si seria insustentável ambientalmente, mas as enzimas patenteadas pelas startups promovem a fermentação desses açúcares, reduzindo o custo e mantendo o ingrediente tão puro quanto nutritivo.

DouxMatok: a tecnologia da startup israelense promove a redução do consumo de açúcar a partir do próprio açúcar de cana e foi destaque na revista Time. O que eles fazem em laboratório é uma espécie de revestimento das moléculas que otimizam o contato da doçura com as papilas gustativas. Segundo os desenvolvedores, as moléculas normais de açúcar tendem a “se perder na boca”, sem serem percebidas. Esse revestimento, que não é considerando uma alteração genética, permite o melhor aproveitamento da doçura com menor quantidade. 

Com isso, a startup consegue reduzir entre 30 e 60% a necessidade de açúcar da indústria alimentícia sem afetar o sabor. 

O açúcar Raízen no Brasil e no mundo

O portfólio da Raízen conta com praticamente todos os tipos de açúcares do mercado: desde açúcares líquidos, refinados e cristais até orgânicos e o VHP (Very High Polarization). Este último é o tipo de açúcar mais exportado do país, que por ser um produto bruto pode ser usado como matéria-prima para refino e diversos outros processos. 

Nosso açúcar é usado na produção de alimentos, bebidas e até medicamentos.  Não é à toa que estamos sempre de olho em oportunidades de tornar nosso produto cada vez mais interessante para as demandas globais. A inovação com a rastreabilidade de processos sustentáveis e grãos não-OGM é um exemplo disso. 

No Pulse, estamos sempre alertas a inovações e possíveis parcerias. Você tem ou conhece uma foodtech que se interessa pelo futuro do açúcar? Queremos conhecer você! 

VEM PRO PULSE!

Referências:

https://unitedwithisrael.org/israeli-food-tech-startup-to-make-sugar-taste-twice-as-sweet/

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxx39gyk8d9o

https://www.douxmatok.com/

https://oobli.com/

https://revista-fi.com/noticias/todos/ambrosia-bio-e-ginkgo-enzyme-desenvolvem-processo-enzimatico-escalonavel-para-alulose 

https://revista-fi.com/noticias/todos/ambrosia-bio-e-ginkgo-enzyme-desenvolvem-processo-enzimatico-escalonavel-para-alulose

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Descarbonização na prática: ações e estratégias para um futuro mais sustentável

Em meio aos desafios ambientais e climáticos, a descarbonização se apresenta não apenas como uma necessidade, mas como uma fonte inesgotável de oportunidades para um mundo mais sustentável. 

Quando voltamos nossa atenção para soluções e estratégias de baixo carbono, colaboramos ativamente para uma transição energética mais eficiente e justa para todos. Mas como isso é feito na prática?

Nossa missão é, ao longo deste conteúdo, desenhar um panorama claro e objetivo sobre a descarbonização, seus impactos perante a sociedade, benefícios e desafios, além de medidas para implementar e acompanhar os resultados desse processo.

Vamos lá?

Afinal, o que é descarbonização?

Imagine um cenário onde a forma como geramos e utilizamos energia passa por uma transformação significativa. A descarbonização é uma parte importante desta mudança, visando reduzir a pegada de carbono. 

Na prática, ela é um conjunto de ações que visam a redução das emissões de gases do efeito estufa na atmosfera. Isso se traduz em uma forte mudança em nossa fonte mais comum de energia, nos afastando gradativamente das opções fósseis. Com isso, a eficiência e a transição energética se tornam centrais na descarbonização.

Visualize, por exemplo, a transformação de antigas usinas movidas a carvão, em usinas elétricas que capturam e armazenam carbono. E esse cenário já é uma realidade em muitos lugares do mundo, como na Islândia, com a usina “Orca”. Operada pela startup de engenharia suíça Climeworks e inaugurada em 2021, essa é a primeira maior planta comercial de captura e armazenamento de carbono direto do ar . 

Saiba mais sobre a usina “Orca” clicando aqui.

Tomando o caso da Islândia como exemplo, percebemos que tecnologias de captura de carbono e de compensação, também são parte da estratégia de descarbonização.

Benefícios e desafios da descarbonização

Agora, para compreender de forma prática a descarbonização e seus efeitos por toda a sociedade, precisamos visualizar as mudanças concretas que essas ações trazem para o nosso modo de vida.

Benefícios:

  • Melhoria na qualidade do ar: a descarbonização reduz drasticamente as emissões de poluentes, proporcionando cidades mais limpas e um ar mais saudável para os habitantes.
  • Criação de empregos sustentáveis: a transição para energias renováveis impulsiona setores inovadores, criando empregos sustentáveis e contribuindo para o crescimento econômico.
  • Impacto positivo na saúde pública: a redução das emissões tem efeitos diretos na saúde pública, diminuindo doenças respiratórias e melhorando o bem-estar das comunidades.
  • Fortalecimento social: ao mitigar os impactos das mudanças climáticas, a descarbonização garante o fortalecimento de comunidades vulneráveis, garantindo uma qualidade de vida justa a todos.

Desafios:

  • Investimentos em infraestrutura: a transição para fontes de energia mais limpas muitas vezes demanda investimentos substanciais em infraestrutura, representando um desafio financeiro para muitas regiões.
  • Obstáculos tecnológicos: a adaptação de setores inteiros às práticas mais sustentáveis encontra obstáculos tecnológicos, requerendo inovação e pesquisa contínua.
  • Cooperação global: o processo não é uma solução isolada; requer cooperação global para superar desafios e garantir uma transição eficaz.

Portanto, com benefícios claros, precisamos nos posicionar frente aos desafios com abordagens estratégicas e colaboração global para alcançar um futuro verdadeiramente sustentável.

Descarbonização: ações e estratégias

Até aqui já entendemos o que é a descarbonização, seus benefícios e desafios, mas quais mudanças podem ser implementadas? Afinal, descarbonizar não é apenas uma visão, mas um conjunto de ações tangíveis que moldam um futuro mais sustentável.

Vamos explorar algumas medidas?

1. Transição para energias renováveis

Investir em fontes de energia limpa, como o E2G da Raízen, para reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Promover a geração descentralizada de energia.

2. Eficiência energética em edificações

Implementar práticas construtivas sustentáveis para novas construções, priorizando eficiência energética. Realizar auditorias energéticas em edifícios existentes para identificar e corrigir áreas de desperdício.

3. Eletrificação de veículos

Incentivar o uso de veículos elétricos, como uma alternativa limpa, tanto para veículos pessoais, quanto públicos, reduzindo as emissões de poluentes para o setor. O etanol é a melhor alternativa neste caso, pois aumenta a eficiência e reduz as emissões de gases do efeito estufa.

4. Captura e armazenamento de carbono

Desenvolver e implementar tecnologias de captura de carbono em indústrias de alta emissão. Explorar métodos de armazenamento seguro de carbono, como injeção em reservatórios geológicos.

5. Mudanças em processos industriais

Incentivar práticas industriais sustentáveis, incluindo a transição para materiais de baixa pegada de carbono. Apoiar pesquisa e desenvolvimento para inovações que além de reduzir as emissões nas indústrias, também diminui a necessidade de transporte, inovando o setor logístico.

Implementar essas ações não é uma questão de se, mas de quando. Então, o melhor momento para começar é agora, aproveitando o ímpeto global em direção a práticas mais sustentáveis. Cada ação implementada é um passo prático em direção a um futuro descarbonizado e mais resiliente.

Quais métricas utilizar para avaliar o processo?

Estratégias colocadas em prática, agora são as métricas de desempenho que vão ajudar a avaliar a efetividade das ações. 

Dentre as principais métricas a serem consideradas, destaca-se a Intensidade de Carbono, que mensura a quantidade de dióxido de carbono emitida por unidade de produção ou atividade. As reduções significativas nesse indicador indicam uma transição bem-sucedida para práticas mais sustentáveis.

Outro fator importante é o Consumo de Energia Renovável, responsável por avaliar a proporção de energia proveniente de fontes renováveis em comparação com fontes tradicionais, como as fósseis, por exemplo. O aumento constante desse indicador reflete um avanço concreto na descarbonização, indicando uma menor dependência de fontes poluentes.

E por último, com atuação central na avaliação do progresso, a Pegada de Carbono Corporativa. Essa métrica calcula as emissões totais de gases de efeito estufa associadas a uma organização, oferecendo uma visão abrangente do impacto ambiental. A redução progressiva dessa pegada não apenas indica um compromisso efetivo com a descarbonização, mas também evidencia práticas mais sustentáveis e responsáveis.

Ao considerar essas métricas de forma integrada, as organizações podem não apenas monitorar seu desempenho ambiental, mas também ajustar estratégias conforme necessário.

Como o Pulse contribui para a descarbonização?

Estamos seguindo em direção a eficiência energética do futuro, focados na sustentabilidade, com a implementação de estratégias como as listadas anteriormente. Porém, essa transição só se torna possível com uma boa dose de inovação e tecnologia. É aí que o Pulse entra.

A missão do nosso hub de inovação é integrar e conectar ideias, impulsionando negócios com soluções inovadoras. Desta forma, contribuímos para uma descarbonização mais eficiente, com soluções como a redução da emissão de carbono e a implementação de softwares para monitoramento e gestão da produção energética como um todo.

Na prática, somos a ligação entre startups, universidades, investidores, executivos e organizações de diversos setores, que se unem para moldar um futuro mais inteligente. Por aqui, nós abrimos espaço para inovações e ideias, oferecendo a oportunidade de implementar suas soluções, no apoio ao desenvolvimento da Raízen, colaborando com a transição energética.

Quer saber mais sobre o Pulse e como estamos energizando negócios?

Parceiros de descarbonização: conheça alguns cases

Para nos ajudar a tornar a descarbonização uma realidade cada vez mais próxima, contamos com diversas startups parceiras que integram o principal objetivo desse processo de baixo carbono: uma transição energética justa e eficiente.

  • Aimirim – Cria e desenvolve tecnologias baseadas em inteligência artificial, machine learning, simulação e virtualização. Já rodou em 15 bioparques de energia da Raízen, gerando a redução de emissão de CO2.
  • CUBi Energia – Atua com foco em desenvolvimento de ferramentas para gestão e controle de consumo energético de energia solar e IOT para monitoramento de ativos.
  • Iotag – Atua com foco em soluções de conectividade para gestão de veículos pesados, transformando dados de operação em informações e possibilitando tomadas de decisões mais ágeis e assertivas. Atualmente a solução roda em 200 colhedoras na Raízen e atingiu a redução de 88% no custo de reparo.

Conheça outras startups parceiras do Pulse

E aí, curtiu o conteúdo? 

Por aqui o foco é um futuro mais sustentável e funcional para todos e para tornar isso uma realidade, integramos ideias e negócios. Quer fazer parte disso?
Se você tem uma ideia inovadora e precisa de um hub para impulsionar suas oportunidades e parcerias, aqui é o seu lugar. Acesse nosso site e venha pra cá!

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Social CEO: a importância da presença digital das lideranças 

A liderança costuma representar a cara da empresa, sua personalização e grandes marcas já reconhecem o impacto da presença digital de CEOs nas redes. Ao compartilhar suas experiências e perspectivas, os líderes conseguem criar laços emocionais que refletem em uma pegada mais humana e inovadora, exigida por um mercado em constante transformação.

E vai muito além: a atuação ativa de CEOs nas mídias sociais não só reforça a imagem disruptiva e humanizada da startup, como também age como um ímã para atrair novas parcerias e talentos. 

Num ecossistema em que a cultura e os valores são cruciais, a autenticidade transmitida pelos líderes nas redes sociais ajuda a atrair profissionais que compartilham dos valores e propósitos da marca.

Além disso, essa interação direta nas plataformas digitais também funciona como uma estratégia valiosa e uma ferramenta para lidar com crises de maneira proativa. A capacidade de responder rapidamente a desafios, esclarecer dúvidas e manter um diálogo aberto reforça a boa imagem da startup, contribuindo para a criação de uma cultura sólida e atrativa. 

A seguir, vamos entender como as lideranças devem atuar nas redes e qual é o impacto para a marca.

Por que as lideranças devem ocupar esse papel de destaque na construção e gestão da marca?

De acordo com o estudo “Liderança Conectada”, da consultoria Brunswick, 78% dos colaboradores e 91% dos leitores de veículos financeiros esperam que a liderança se comunique nas mídias sociais após uma crise. 

É através do dinamismo dos canais digitais que a velocidade e a transparência se mostram importantes aliados, inclusive estabelecendo uma sólida confiança com o público.

E tem mais, segundo o mesmo estudo, numa proporção de 4 para 1, os colaboradores preferem trabalhar para um CEO que utiliza mídias sociais em comparação aos que não fazem uso.

Ou seja, a presença de lideranças nas redes agrega benefícios como:

  • interação direta com o mercado
  • construção e gestão de autoridade para a marca
  • controle da narrativa
  • influência positiva na reputação da empresa
  • liderança inspiradora para os colaboradores
  • promove a transparência e envolve novos públicos

Principais erros cometidos por líderes nas redes sociais

Agora, voltando a atenção para alguns cases disponíveis no mercado, nos deparamos com erros comuns entre grandes e pequenas empresas com a presença digital de suas lideranças. Em muitos casos, essas falhas são capazes de comprometer a autoridade da marca e até sua reputação no mercado. Vejamos os mais comuns.

  1. Utilizar apenas o perfil da empresa ao invés de gerar conexões com seu perfil pessoal

É essencial pensar na humanização do conteúdo e dos vínculos criados a partir de uma boa estratégia de comunicação, por isso o perfil pessoal é a pedida certa.

  1. Postar informações sem checagem

Vivemos em uma era hiper conectada e com isso muitas pessoas, optando pela agilidade na hora de estabelecer diálogos, acabam deixando a checagem de lado, o que pode ser um grande problema, principalmente no caso de líderes e representantes de marcas.

Nesse cenário, a veiculação de informações sem um referencial crível pode trazer muitas dores de cabeça!

  1. Exagerar na formalidade

Manter o profissionalismo é importante, mas o exagero pode tornar a presença digital monótona. É preciso encontrar um tom adequado, mais próximo e acessível, assim os diálogos fluem com muito mais naturalidade.

  1. Falta de autenticidade

Tentar ser algo que não é pode ser prejudicial. A falta de autenticidade nas postagens e interações pode ser percebida pelo público, resultando em uma perda de confiança.

  1. Excesso de promoção

Um dos erros mais comuns é transformar as redes sociais em um canal de promoção incessante. Os líderes devem equilibrar o conteúdo promocional com postagens autênticas e relevantes para o público. Lembre-se e que o grande objetivo é estabelecer conexões e não transformar o perfil em uma vitrine.

  1. Desconsiderar o público-alvo

Não entender o público-alvo pode levar a mensagens confusas e pouco direcionadas, deixando de comunicar com assertividade. Os líderes devem conhecer sua audiência e adaptar o conteúdo de acordo com seus interesses e valores.

  1. Entrar em polêmicas sem necessidade

Participar de debates sensíveis ou polêmicos sem uma abordagem cuidadosa pode gerar controvérsias desnecessárias e afetar a imagem da empresa. Se realmente for necessário, se planeje e introduza o tema com cuidado, evitando criar situações de conflito.

  1. Presença sem uma estratégia clara

Publicar sem uma estratégia definida pode resultar em mensagens desconexas. É essencial ter uma visão clara de seus objetivos nas redes sociais e não se deixar levar, perdendo o foco e introduzindo temas desconexos do planejamento.

  1. Deixar de valorizar e indicar o canal oficial da empresa

O perfil do líder nas redes não anula a necessidade de uma comunicação sólida com a audiência nos canais oficiais da marca, pelo contrário. Sua comunicação precisa valorizar, dialogar e repostar os conteúdos publicados por lá, sendo o líder um importante vínculo entre a marca e o público.

Quais redes utilizar e como diferenciar a comunicação?

Para estabelecer uma boa comunicação e uma conexão duradoura com seu público, é necessária a adaptação aos canais disponíveis. Saber diferenciar a comunicação nas diferentes redes e quais utilizar pode fazer a diferença na gestão da marca.

Por exemplo, no LinkedIn, a abordagem ideal deve ser profissional, destacando conquistas e insights de carreira. No X (antigo Twitter), a comunicação é concisa e direta, adequada para atualizações rápidas e participação em tendências. Já no Instagram, o foco em elementos visuais, bastidores e mensagens motivacionais é a melhor pedida.

Testar, medir resultados e manter consistência na marca são práticas fundamentais para líderes que buscam uma presença digital impactante e autêntica.

Leia também: Conheça 5 ferramentas para ajudar no planejamento estratégico da sua startup!

Como se destacar nas redes? Boas práticas para líderes

E como obter relevância e destaque na presença digital dos líderes?

Em muitos casos o conteúdo de qualidade funciona como uma base sólida para a comunicação, mas existem outras formas de se destacar nesse cenário concorrido.

Vamos agora explorar práticas específicas que capacitam os líderes não apenas a navegar, mas a se destacar e inspirar nas redes sociais.

Defina objetivos claros

  • Estabeleça metas específicas para sua presença online.
  • Defina se deseja aumentar a visibilidade da marca, engajar a audiência ou promover produtos e serviços.

Priorize a autenticidade

  • Compartilhe experiências reais, histórias e aprendizados.
  • Mostre o lado humano por trás da liderança, construindo conexões mais genuínas.

Crie uma narrativa coerente

  • Desenvolva uma história alinhada aos valores da empresa.
  • Mantenha uma mensagem consistente para reforçar a identidade da marca.

Estimule o engajamento

  • Responda ativamente a comentários e mensagens.
  • Incentive a participação da audiência com perguntas, enquetes e desafios.

Compartilhe conhecimento estratégico

  • Posicione-se como líder de pensamento em seu setor.
  • Crie conteúdo educacional e informativo que agregue valor à audiência.

Diversifique o conteúdo visual

  • Utilize imagens, vídeos e gráficos para tornar o conteúdo mais atrativo.
  • Varie os formatos para atender às preferências variadas da audiência.

Esteja atualizado das tendências

  • Mantenha-se informado sobre as últimas tendências nas redes sociais.
  • Adapte sua estratégia conforme as mudanças e inovações no ambiente digital.

Participe de conversas relevantes

  • Engaje-se em discussões pertinentes ao seu setor.
  • Interaja e reforce comunicações dos canais oficiais da empresa, demonstrando envolvimento com os projetos divulgados.
  • Colabore com outros líderes e influenciadores para ampliar o alcance.

Promova uma cultura empresarial positiva

  • Destaque a cultura da empresa compartilhando momentos da equipe e conquistas.
  • Transmita uma atmosfera positiva e motivadora.

Colocando essas e outras práticas em ação, os líderes podem não apenas manter uma presença online, mas verdadeiramente se destacar, cultivando relações valiosas e fortalecendo a imagem da marca nas mídias sociais.

Leia também: Como definir o que é relevante no contexto de hiperinformação?

Cases de sucesso: grandes lideranças e seu discurso de marca

Microsoft, iFood, Magazine Luiza, Meta e tantas outras empresas introduziram em suas estratégias de comunicação, a presença digital das lideranças, trazendo a humanização da marca nas conexões em diversos canais. 

Pesquisas apontam que os interessados em conteúdos sobre finanças e negócios, em sua maioria, utilizam as redes sociais como canal de informação, e não apenas as mídias tradicionais. Neste contexto, levantar diálogos importantes e estratégicos nas redes coloca ainda mais a marca em evidência.

Entre tantas, algumas marcas e seus líderes se destacam, seja pelo volume de sua audiência ou o engajamento que constroem nas redes. Vamos conhecer esses cases?

AD Junior – Head de marketing do Trace Brasil

Levantando pautas de grande relevância, como a comunicação antirracista e sem preconceitos, Adilson dos Santos Júnior é o head por trás da Trace Brasil. 

A marca é um canal de TV por assinatura, totalmente voltado à cultura afro-brasileira, com exibição de conteúdo musical, filmes, documentários sobre a ciência e a cultura negra, além de empreendedorismo.

AD Junior, como é conhecido, tem 281 mil seguidores no Instagram atualmente, entregando conteúdos de negócios, empreendedorismo e marketing digital, com bom humor e empatia.

Geraldo Rufino – Fundador da JR Diesel

De ex-catador de lixo reciclável a fundador da JR Diesel, o maior centro de desmontagem de caminhões da América Latina. Rufino trouxe sua história para as mídias sociais, com um storytelling motivador para milhares de empreendedores brasileiros.

Atualmente o empresário também é escritor, palestrante e filantropo, abordando em suas redes assuntos como empreendedorismo e conteúdos motivacionais. Seus perfis contam com uma audiência de 2,4 milhões de seguidores no Instagram e 155,7 mil no LinkedIn, com um engajamento impressionante.

Camila Farani – Sócia Fundadora da Boutique de Investimentos em Tecnologia G2 Capital

A ex-Shark Tank, empresária, investidora e colunista tem um engajamento muito grande em suas redes sociais e em suas publicações frequentes mostra por diversos ângulos sua rotina e como administra seus negócios de perto.

Top Voice no LinkedIn Brasil, Farani é a única mulher bicampeã premiada como Melhor Investidora-Anjo no Startup Awards 2016 e 2018, e não é à toa. Atualmente Camila tem mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e 848 mil no LinkedIn.

E, assim como nas grandes marcas nacionais e internacionais, aqui no Pulse também encontramos lideranças com presença ativa nas redes, criando conexões e aprimorando a gestão de marca. Conheça algumas dessas lideranças:

Gostou do conteúdo? Aproveite para conhecer ainda mais essas e outras lideranças das startups que brilham aqui no Pulse. Clique aqui.

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Definição de metas para startups: começando o ano com o pé direito

Quantas vezes você já entrou no fluxo de definição de metas na virada do ano e acabou abandonando ainda no primeiro semestre? Esse é um comportamento muito comum e repetitivo, mas por que será que isso acontece?

Segundo estudo realizado pela Sociedade Latino Americana de Coaching, menos de 8% dos brasileiros conseguem cumprir as metas estabelecidas em janeiro. E, quando o cenário é corporativo, as temidas metas, em sua maioria, também não são atingidas.

O resultado dessa falta de foco se mostra na taxa de mortalidade das startups. De acordo com um estudo realizado pelo Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, pelo menos 25% das startups morrem com um tempo menor ou igual a um ano.

Gestão ineficaz, falta de estrutura ou de direcionamento? A conclusão do estudo é que há indícios de que esse insucesso esteja relacionado a problemas como a falta de adaptação e inovações necessárias no mercado.

Para sanar esse tipo de problema e garantir a segurança da sua startup, a definição de metas pode fazer uma grande diferença. Neste conteúdo, vamos te ajudar a organizar prioridades e definir um plano estratégico eficiente para o 2024 do seu negócio.

Vamos lá?

Mitos e verdades sobre as metas de final de ano

Em um ecossistema de inovação e tecnologia, em que cada passo conta, estabelecer metas não é apenas uma boa prática, mas uma necessidade para as startups. 

No entanto, ao mergulharmos nesse universo desafiador, nos deparamos com mitos que podem deturpar o caminho para o sucesso. Vamos desmistificar algumas dessas ideias e conferir o que é mito e o que é verdade, ajudando sua startups a se destacar.

  1. “Metas ambiciosas são sempre inalcançáveis”

Há quem acredite que quanto mais ambiciosa é a meta, mais difícil será alcançá-lá. A verdade é que metas desafiadoras podem impulsionar a criatividade e motivar equipes, transformando-se em catalisadores para inovação e crescimento expressivo.

  1. “Metas são estáticas e imutáveis”

Em um cenário tecnológico em constante evolução, a rigidez nas metas é um luxo que não podemos nos dar. Neste sentido, a flexibilidade é uma aliada.

Adaptar metas conforme as mudanças tecnológicas ocorrem não apenas é sábio, mas muitas vezes é a chave para se manter à frente da concorrência.

  1. “Metas são apenas números no papel”

A verdade é que isso depende muito das ações colocadas em prática para chegar ao objetivo. Metas podem transcender a frieza dos números. Elas devem ser pulsantes e tangíveis, impulsionando ações significativas. 

Um bom planejamento estratégico tem como base ações concretas que alimentam o ciclo de inovação e contribuem para o desenvolvimento sustentável da startup.

  1. “Metas são exclusivamente individuais”

O mito da jornada solitária na definição de metas precisa ser desfeito. Neste cenário, a cultura colaborativa, em que cada membro da equipe contribui para o estabelecimento e a realização de metas, é a força propulsora por trás das startups mais bem-sucedidas.

Mitos dissipados e verdades apresentadas. Agora novas estratégias práticas e acionáveis colocam sua startup em direção a metas tangíveis e realizáveis. E, para começar a colocar a mão na massa, que tal definirmos as metas da sua startup para o próximo ano?

Como definir metas estratégicas para 2024?

À medida que nos aproximamos do final de mais um ano, surge a oportunidade de olhar para frente e planejar os passos cruciais para o futuro da sua startup em 2024. Visualize, por um momento, os objetivos ambiciosos que sua equipe pode alcançar, as conquistas que estão à vista e a inovação que você pode liderar no próximo ano. 

Definir metas estratégicas não é apenas uma formalidade, é a chave para o sucesso sustentável e a vantagem competitiva que você tanto almeja. 

Partindo para a ação, vamos traçar essas metas, desvendando o processo prático e essencial das OKRs para sua startup.

Definindo OKRs para sua startup

Mas, afinal, o que são OKRs?

Partindo da releitura da gestão de metas (Management by Objectives, ou MBO) de Peter Drucker, OKR (Objectives and Key Results) é um sistema de metas coletivas e individuais.

É conhecido pela reavaliação recorrente e a colaboração para conversão das metas globais de uma organização. Este sistema motiva o trabalho em equipe e alinha a empresa com seus colaboradores.

Simplicidade, foco e transparência na comunicação, popularizaram esse conceito, principalmente entre empresas de tecnologia no Vale do Silício. E como colocar esse sistema em prática na sua startup?

Estabeleça objetivos claros

Comece definindo objetivos claros e realistas, eles devem ser ambiciosos, mas alcançáveis, proporcionando uma visão clara para onde sua startup deseja ir. Se pergunte: o que queremos alcançar?

Desdobramento em Resultados-Chave (RCs)

Uma vez definido o objetivo, desdobre-o em resultados-chave (RCs) específicos. Esses são marcos mensuráveis que indicam progresso em direção ao objetivo principal. Crie passos tangíveis que, ao serem alcançados, contribuam para o alcance do objetivo.

Mensuração e Acompanhamento Constante

Defina métricas específicas para cada resultado-chave. Essas métricas são os indicadores-chave que ajudarão a medir o progresso. Regularmente, acompanhe essas métricas para avaliar o desempenho e fazer ajustes conforme necessário. Esse passo é crucial para garantir que a startup esteja na direção certa para atingir seus objetivos.

Flexibilidade e ajustes

Esteja aberto à flexibilidade. Se ficar claro durante o processo que certas estratégias não estão gerando os resultados esperados, esteja disposto a ajustar os resultados-chave. A adaptação tem um importante papel na hora de responder a mudanças no ambiente de negócios e garantir a eficácia dos OKRs.

Compartilhe e envolva a equipe

Comunique os OKRs de forma transparente para toda a equipe. Garanta que todos os membros compreendam como seu trabalho contribui para o resultado e, assim, para o objetivo geral. Estabeleça reuniões regulares para discutir o progresso, alinhar estratégias e receber feedback.

Celebre as conquistas e aprenda com os desafios

Ao atingir um resultado significativo, celebre as conquistas com a equipe. Da mesma forma, se um objetivo não for alcançado, utilize isso como uma oportunidade de aprendizado. Analise o que funcionou e o que não funcionou, e aplique essas lições para melhorar as abordagens futuras. 

Benefícios da definição de metas para sua startup

A definição de metas é mais do que uma prática comum, ela é o que sustenta o crescimento e o sucesso da startup. Ao estabelecer metas claras e mensuráveis, sua empresa desfruta de benefícios que impulsionam o desenvolvimento sustentável e promovem uma cultura de inovação. 

Esses benefícios incluem:

  • Direcionamento estratégico
  • Motivação e engajamento
  • Mensuração de desempenho
  • Adaptação a mudanças
  • Atração de investidores e parceiros
  • Cultura de inovação

A definição de metas não apenas guia estrategicamente a equipe, mas também impulsiona a motivação, fornecendo métricas claras para avaliação de desempenho e capacitando a startup a se adaptar rapidamente às mudanças.

Vamos ver a seguir alguns exemplos de sucesso quando o assunto são as metas estratégicas.

Exemplos de startups de sucesso com metas definidas

Mas será que a definição de metas já trouxe benefícios reais para startups de sucesso? Algumas empresas não apenas traçaram caminhos claros para seus objetivos, mas também demonstraram como a definição de metas pode ser um diferencial competitivo no cenário empresarial. 

Vamos explorar alguns exemplos inspiradores de startups que alcançaram o topo, impulsionadas por metas claras e ambiciosas.

  • Airbnb: com o objetivo de ajudar e reservar experiências de viagem únicas, a empresa conseguiu oferecer aos seus clientes uma plataforma on-line que conecta viajantes a hosts.
  • Slack: criado para tornar a comunicação mais eficiente e funcional, a empresa conseguiu criar uma plataforma de mensagens que integra a outras ferramentas de produtividade.
  • Stripe: pagamentos facilitados, esse é o objetivo da Stripe. Para oferecer isso, a solução foi um modelo de pagamento que pode ser integrado a qualquer site ou aplicativo.

E aqui no nosso hub também temos startups inspiradoras, que utilizaram a definição de metas como um propulsor para o sucesso. Acesse nossa página e conheça cases que estão fazendo a diferença!

Conheça alguns cases de sucesso do nosso hub!

Sua startup no Pulse em 2024

E como falar de metas de final de ano sem mencionar o crescimento das startups dentro do nosso hub de inovação?

O Pulse tem como principal objetivo energizar negócios inovadores e moldar um futuro muito melhor, com soluções inteligentes e eficientes. 

Somos o ponto de encontro de startups, universidades, investidores, executivos e organizações de diversos setores. É aqui que muitas ideias e oportunidades surgem, respondendo às necessidades de desenvolvimento da Raízen e do ecossistema de inovação.

Partindo daí, vamos entender a seguir o que o Pulse faz por aqui e como ele pode ajudar a sua startup a crescer ainda mais.

O que o Pulse pode fazer pela sua startup?

Se a sua startup está buscando alcançar objetivos ainda maiores, o Pulse pode te ajudar! Por aqui nós atuamos com todas as áreas da Raízen e ainda:

  • Possibilitamos a conexão com diferentes players do mercado.
  • Facilitamos a implementação de pilotos ao oferecer mentorias e dicas de quem entende o mundo das startups.
  • Capacitamos e aprimoramos as equipes por meio dos eventos promovidos pelo Pulse, tanto online quanto offline.

Nossa metodologia

Até aqui nós pontuamos fatores importantes para o Pulse e o desenvolvimento sustentável que construímos no hub. Mas e se em 2024 a sua startup se tornasse parte da mudança?

O processo de triagem das startups parceiras compreende quatro etapas: a imersão, o screening, a qualificação e a validação.

Lembrando que na etapa de construção e validação do piloto, aproveitamos para medir resultados, construir e aprender, um ciclo constante.

Piloto bem-sucedido e sinergia comprovada? Agora, sim, a startup pode virar fornecedora Raízen! 

E lembre-se: estamos sempre em busca de ideias inovadoras que queiram fazer a diferença. Então, se a sua startup está buscando se desenvolver ainda mais e crescer com parcerias estratégicas, defina o Pulse como meta em 2024.

Acesse nossa página exclusiva e saiba mais! 

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Empreendedorismo em tempos de Geração Z

A Geração Z já está no mercado. Seja no papel de empreendedora, cliente ou colaboradora, é importante prestar atenção nessa turma que já nasceu num mundo de internet massificada. Inovadora, flexível e comunicativa e exigente, a Gen Z promete trazer mais dinamismo para os fluxos de trabalho. 

Com essa galera, os valores pessoais também influenciam no comportamento profissional. Então, se você está querendo conquistar jovens parceiros para seu negócio e/ou consumidores Gen Z, mas não sabe como resolver o problema da falta de engajamento, algumas mudanças e inovações nos processos podem ajudar.

Neste artigo, vamos traçar um panorama de como esses jovens prometem impactar o mercado. Partindo para a parte prática, vamos te ajudar com algumas dicas valiosas para engajar ainda mais essa geração e se manter inovando neste período de transição geracional.

Vamos lá?

Pegada empreendedora ao longo das gerações

O instinto empreendedor mudou muito ao longo da história, impactando de formas diferentes as gerações anteriores, seja em mudanças econômicas, culturais ou comportamentais. 

Voltando algumas décadas no tempo, mergulhamos nas distintas abordagens empreendedoras das gerações anteriores, desde os Baby Boomers até os Millennials, seguindo para a transição dos Gen Z.

Baby Boomers (Nascidos entre 1940 e 1959)

Os Baby Boomers, forjados em um período pós-guerra, buscavam por estabilidade em seus empreendimentos. Graças a isso, o empreendedorismo muitas vezes estava vinculado à criação de empresas tradicionais e à construção de carreiras sólidas. A busca por segurança no emprego era uma característica marcante, com muitos optando por trajetórias profissionais longas em uma única empresa.

Geração X (Nascidos entre 1960 e 1979)

Alguns anos mais tarde, a Geração X, confrontada com mudanças tecnológicas significativas, testemunhou o início da globalização. O empreendedorismo nessa época frequentemente era uma resposta à necessidade de flexibilidade e à autonomia. A ascensão de startups e o advento de novas tecnologias marcaram esse período, representando uma transição em direção a mentalidades mais independentes.

Geração Y/Millennials (Nascidos entre 1980 e 1994)

Já os Millennials, testemunharam a ascensão da internet e a revolução da informação. Empreendimentos nessa era começaram a incorporar a tecnologia de maneiras inovadoras. Coworkings, startups digitais e a busca por propósito nas carreiras tornaram-se características marcantes. A Geração Y destacou-se pela busca de significado no trabalho e pela quebra de paradigmas tradicionais.

Transição para a Geração Z (Nascidos entre 1995 e 2010)

Chegamos a Geração Z, nascida em um mundo totalmente digitalizado, herdando a proeza empreendedora de suas predecessoras, mas com uma abordagem singular. Ao crescerem como verdadeiros nativos digitais, esses jovens empreendedores trazem uma visão global, uma propensão natural à inovação e uma ênfase renovada na responsabilidade social.

Partimos de períodos onde a sociedade era de Baby Boomers idealistas e revolucionários, em um período pós-guerra e chegamos a uma evolução notável nas mentalidades empreendedoras com os jovens da geração Z. Agora precisamos entender o padrão de comportamento desses jovens e como eles influenciam nas tomadas de decisão.

Geração Z: características e o padrão de comportamento

Verdadeiros adeptos da praticidade, responsáveis, autodidatas e extremamente realistas e lógicos. Esses são os nascidos na Geração Z, segundo estudo realizado pela empresa de consultoria, McKinsey. Os Zs são hiperconectados e buscam mais pela qualidade de vida, do que o retorno financeiro, diferentemente das gerações anteriores.

Mas, não se engane, eles investem alto em suas habilidades e no crescimento profissional, mas nesse sentido o foco maior é no propósito de suas ações. Com sua carga idealista forte, tem o desejo intenso de mudar o mundo, por isso a responsabilidade social mescla com todas as áreas da vida.

Quando o assunto é comportamento, eles têm total confiança no seu potencial de resolução para problemas globais. Neste cenário, se tornam consumidores mais exigentes, que se preocupam muito mais com a experiência obtida, do que com o produto ou serviço adquirido.

Segundo relatório da plataforma de pesquisa Through Exchange, 81% dos brasileiros da Geração Z acreditam carregar a responsabilidade de contribuir positivamente à comunidade em que vivem.

Além disso, a diversidade e a inclusão são itens básicos de necessidade para essa geração, ainda mais do que para a anterior. De acordo com um estudo realizado pelo Twitter, 60% dos GenZ costumam seguir marcas nas redes sociais.

Neste cenário, 55% do público confia em grandes marcas que se posicionam sobre pautas sociais em alta e 85% concordam que as empresas devem tomar atitudes positivas em prol da sociedade.

Como a mentalidade das novas gerações impacta nos negócios?

Quando refletimos sobre o comportamento e as características do empreendedor da Geração Z, identificamos repercussões significativas nas práticas empresariais. No contexto tecnológico, essa geração, caracterizada por sua natividade digital, impulsiona a demanda por inovações tecnológicas nas empresas. 

Por exemplo, organizações que incorporam tecnologias emergentes, como inteligência artificial e realidade aumentada, se destacam ao atrair consumidores da Geração Z, que são muito exigentes quanto à experiência digital.

No ambiente de trabalho, a flexibilidade se tornou uma prioridade para essa geração. Trabalho remoto, versatilidade nos horários, relações descontraídas e leves não apenas atendem às suas expectativas, como também promovem maior satisfação e retenção de talentos.

Qual é o propósito da sua empresa?

E, assim como na vida pessoal, nos negócios o Gen Z busca por propósito e sustentabilidade. Portanto, empresas que adotam práticas sustentáveis e entendem e praticam sua responsabilidade social corporativa são percebidas como autênticas e atraentes por essa geração. O alinhamento de valores torna-se um fator determinante na escolha de marcas e empregadores.

Comunicação aberta e colaborativa

Como anda a comunicação na sua empresa? Para a Geração Z uma comunicação transparente e autêntica é crucial para estabelecer uma conexão sólida e conquistá-los. Com uma abordagem franca e honesta em suas comunicações, tanto internas quanto externas, a construção da confiança entre o jovem empreendedor e a empresa, colabora para cultivar relacionamentos duradouros.

Diversidade geracional não pode ser um desafio com essa geração. Promover ambientes de trabalho que facilitem a colaboração intergeracional é fundamental. A Geração Z, reconhecendo a diversidade de perspectivas, traz uma enorme disposição para aprender com colegas de diferentes faixas etárias, contribuindo para uma cultura organizacional mais rica e inovadora.

Dicas para engajar parceiros e encantar consumidores Gen Z

Agora que você já entendeu o que um empreendedor da Geração Z está buscando e promete agregar ao mercado de trabalho, que tal algumas dicas para impactar ainda mais esse público e atraí-los para a sua marca?

Aqui estão algumas iniciativas para te ajudar a girar a chave:

  • Aposte na defesa dos valores da sua marca.
  • Seja autêntico. De acordo com uma pesquisa do Google, 64% dos jovens entrevistados disseram que são impactados por um vídeo de marca, quando ele é autêntico e fala a verdade sobre a empresa, refletindo a realidade.
  • Agregue dinamismo e entretenimento. Eles querem mudar o mundo, sim, mas de forma divertida.
  • Saiba se comunicar de forma correta, clara e instigante. Não basta entregar as soluções perfeitas, a linguagem faz toda a diferença.
  • Essa geração tem desejo de pertencimento buscando os mesmos propósitos e valores da comunidade que estão inseridos.
  • Use e abuse de inovações tecnológicas para impactar nas experiências.

E lembre-se que essas iniciativas e ações precisam fazer parte da sua cultura, nada forçado. Não dá para fingir uma cultura sustentável ou afirmativa, por exemplo, se esses pilares não pertencem a sua marca.

Geração Z em destaque: TOP 3 GenZ com iniciativas inovadoras 

Mas afinal, quem são esses jovens empreendedores que estão ditando tendências em meio a transição geracional atual?

Vamos conhecer a seguir alguns dos Under 30 elencados pela Forbes, que estão revolucionando e provando que mesmo jovens, os GenZ já estão preparados para mudar o mercado.

Thiago Waddington e o banco digital para os GenZ

Movimentando um mercado formado por 49 milhões de brasileiros, que juntos movimentam cerca de R$ 76 bilhões por ano, mas não têm dinheiro guardado e nem poupados para uma emergência. 

Thiago junto com seus sócios João Pedro, Mateus e Sophie, criaram a fintech Z1, apostando em uma educação financeira para a independência financeira sem percalços no meio do caminho.

Veja reportagem sobre a iniciativa e suas inovações no Valor Econômico.

Filipe Soares e o crescimento da Fiber Citrus

Filipe desenvolveu sua própria linha de pesquisa, apostando na casca de laranja e resíduos das fábricas de suco, para criar outros processos alimentícios e fibras prebióticas. 

E em 2021, depois de apresentar sua estrutura de negócio para um grupo de investidores, nasceu a Fiber Citrus, uma linha de produtos de fibras funcionais com propriedades espessantes, emulsificantes e nutritivas. Sua utilização é voltada para panificação, carnes ou substitutos e bebidas, entre outros segmentos da indústria alimentícia.

Conheça mais sobre a iniciativa no InvestSP.

Callebe Mendes e a fintech milionária Zapay

Partindo para o universo das fintechs, Callebe Mendes fundou aos 20 anos a Zapay, empresa que propõe soluções para economizar tempo e dinheiro dos proprietários de veículos. 

Em 2022, a fintech expandiu ainda mais sua maturidade financeira, fechando parcerias com empresas como Sem Parar, Porto Seguro, Picpay, ConectCar, Itaú e Santander, atingindo um volume de 150% de crescimento em transações, chegando a mais de R$ 600 milhões.

Conheça mais sobre a Zapay no site oficial.

Essas e outras iniciativas ganharam as páginas da Forbes como empreendedores mais brilhantes com 30 anos ou menos, dando ainda mais foco ao potencial das novas gerações. 

Por muitas vezes, é dentro do universo das startups, que a inovação e as mudanças geracionais começam a ganhar espaço. 

Aqui no Pulse a inovação dos jovens empreendedores também têm seu espaço garantido. Temos orgulho de nos posicionarmos como marca formadora, que investe em soluções inovadoras para mudar o cenário brasileiro.

Quer conhecer algumas iniciativas que estão fazendo a diferença por aqui?

Acesse e se conecte

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Colaboração entre startups: como firmar contratos de parceria

Startups se encontram com potencial de entregas únicas: Agroclima PRO, spin-off da Climatempo, Arpac, @Tech, Cromai e InCeres . Cada empresa tem um serviço de última geração com previsões que aceleram a tomada de decisão na lavoura.

O local onde elas se encontram é o Pulse, hub de Inovação da Raízen, e é assim que começa uma história de parceria e colaboração no ecossistema de startups.

Mais do que contar cases de sucesso (que tanto nos orgulha!), o objetivo deste artigo é compartilhar os aprendizados e os cuidados necessários numa parceria empresarial. 

A colaboração entre startups é uma alternativa promissora, mas é crucial que seja segura e vantajosa para todas as partes. Quer ver como? Continue a leitura:

A importância do contrato

Uma parceria que se preze tem que ser boa pra todo mundo! O objetivo primordial de uma parceria entre empresas é possibilitar o crescimento conjunto. 

Em termos mais concretos, isso pode acontecer por meio de 1) redução de custos de infraestrutura, 2) compartilhamento de clientes ou mesmo 3) a oferta de produtos mais complexos. 

As intenções são ótimas, mas é importante oficializar essa relação por meio de um contrato de parceria empresarial ou comercial. Assim, evitam-se dores de cabeça no futuro.

Um contrato de parceria entre empresas é diferente de um contrato de prestação de serviço ou de uma sociedade, por exemplo. Afinal, são objetivos diferentes. 

No contrato de parceria, é preciso alinhar direitos e responsabilidades de cada parte no processo, antecipar os detalhes da operação, estabelecer a distribuição de riscos e de ganhos.

Como elaborar um contrato de parceria entre startups

Desde a identificação da parceria até às disposições gerais, cada parte deve ser cuidadosamente debatida por todos os envolvidos.

O ideal é que se busque uma consultoria jurídica para isso. Porém, para passar uma ideia do que pode constar no contrato, vamos antecipar alguns pontos básicos

Identificação: o início do documento especifica o modelo de parceria como “Contrato de Parceria para Venda de Produtos”. Na sequência, as partes envolvidas são detalhadas, incluindo informações como nomes, CNPJ, CPF e endereço.

Objeto da parceria: essa costuma ser a primeira cláusula e se desdobra em parágrafos de detalhamento. Neles são descritas a operação, as intenções, o prazo de contrato, atribuições, direitos e deveres de cada parte. É também necessário incluir uma cláusula abordando custos e condições de pagamento, estabelecendo uma base sólida para a transparência financeira na parceria.

Algumas cláusulas importantes para o contrato de parceria

Cláusulas como exclusividade, não concorrência e sigilo, desempenham papéis vitais na garantia dos interesses dos parceiros. As especificidades de cada uma delas precisa ser discutida pelos parceiros:

Exclusividade: garante que os parceiros não ofereçam serviços a concorrentes, fortalecendo a cooperação e protegendo interesses exclusivos.

Não concorrência: impede que os parceiros atuem em atividades semelhantes, evitando conflitos e preservando nichos de mercado.

Sigilo: estabelece a confidencialidade de informações e dados sensíveis, promovendo a segurança e resguardando propriedade intelectual.

Segurança de dados: dados de clientes e de parceiros são protegidos pela LGPD. Saiba mais sobre a importância da cibersegurança para fechar negócios. 

Direito autoral: define a propriedade de criações, assegurando que a propriedade intelectual seja respeitada e compartilhada de forma justa.

Também é necessário definir o que acontece se uma parte decidir encerrar o contrato ou violar alguma cláusula. Normalmente, isso resulta no pagamento de uma multa.

Cuidado com as Cláusulas Leoninas!

Quando se começa uma parceria, parte-se do princípio da boa-fé das partes. No entanto, é preciso atenção às chamadas cláusulas leoninas ou cláusulas abusivas. 

Elas estabelecem uma relação desproporcional entre as partes e prejudicam a equidade em contratos, comprometendo a integridade e igualdade na parceria.

Case: como Agroclima PRO e Arpac formalizaram a parceria entre startups

A parceria entre Arpac e Agroclima PRO começou em um Dia de Bioparque, quando os membros das startups são levados para conhecer de perto as operações agrícolas e da indústria da Raízen. Logo eles identificaram uma sinergia entre seus negócios e Arpac tornou-se cliente da Agroclima, dando início a uma potente aliança.

A Arpac trabalha com pulverização, que está intrinsecamente ligada às condições meteorológicas, uma vez que chuva e vento podem afetar a efetividade do produto pulverizado. Eles usam o serviço de previsibilidade climática e de janela de pulverização da Agroclima PRO para ajudar neste planejamento.

Leia também: Criar valor com inovação: mas que inovação e que valor? 

Case: monitoramento e inteligência com Cromai e Arpac

Experiências de tecnologia de última geração se unindo para melhores resultados no agro, essa é a parceria entre Cromai e Arpac. Se antes a identificação de daninhas era feita de forma manual, hoje é bem diferente.

A Cromai conta com uma solução tecnológica para identificação georreferenciada de daninhas com inteligência artificial. E como captar todas essas imagens? Com a tecnologia de drones para pulverização da Arpac para mais alcance e eficiência.

Dessa maneira a Arpac diminuiu o SLA de entrega na identificação e a Cromai o processamento de dados. A parceria entre as duas permite maior escala na operação e precisão na decisão de manejo. A conexão foi feita no Pulse, e de início fornecida a Raízen. 

Case: tomando as melhores decisões no campo com InCeres + @Tech

Não é à toa que essa dupla de empresas se conectou, já que ambas começam a se descrever de maneira parecida: ajudam pessoas a tomar melhores decisões nos negócios agro. 

Ambas utilizam inteligência artificial e dados para guiar as estratégias que são mais necessárias aos clientes, que também podem ser indicados entre si. A parceria surgiu do entendimento que as soluções são complementares. Uma olhando para os animais e a outra para o pasto.

A partir disso, estão tentando também desenvolver outras tecnologias para auxiliar o produtor e o pecuarista.  

Dicas para uma parceria saudável entre startups 

Como você pôde ver, parcerias saudáveis e justas são prioridades aqui no Pulse. É por isso que prezamos pelas melhores práticas no relacionamento com startups, especialmente nos projetos de inovação aberta com a Raízen.

Alguns dos nossos aprendizados se estendem para parcerias entre startups:

Alinhamento cultural: conhecer e alinhar as culturas das startups envolvidas evita desgastes durante a operação 

Alinhamento estratégico: ter metas claras do que se espera da parceria e direcionar esforços para alcançá-la, sem comprometer os outros investimentos de cada empresa

Orçamentos: alinhar expectativas financeiras e definir orçamentos – e ter uma verba inicial ou investidor para testes.

Processos Decisórios: estabelecer processos claros para decisões conjuntas.

Consultoria Jurídica: buscar a orientação jurídica para elaborar contratos justos.

Transparência e Confiança: promover transparência na comunicação e operações ajuda a manter um ambiente confiável entre as partes.

Flexibilidade: ser flexível para adaptações conforme a evolução da parceria.

Avaliação contínua: realizar avaliações regulares para ajustes e melhorias.

Em resumo, a construção de parcerias entre startups é uma jornada cheia de desafios, mas repleta de oportunidades. A experiência compartilhada pelo trio Arpac, Taggen e Agroclima é a prova da importância de acordos claros e ambientes colaborativos. 

Ao trilhar o caminho da colaboração, lembre-se: mantenha as coisas transparentes, ajuste-se conforme necessário e, claro, aproveite o impulso extra que um hub como o Pulse pode oferecer. Além de gerar encontros e promover pontes, adoramos impulsionar negócios.

Quer conhecer mais histórias e parcerias made in Pulse? Confira: 6 anos de Pulse: relembre 4 cases de sucesso que marcaram nossa história! 

Principais fontes utilizadas:

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Como a inovação pode ser aliada dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável?

Ao ler Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, pode ser que você não pense imediatamente na ONU, mas deve se lembrar dos quadradinhos coloridos que ilustram cada ODS. 

Esses objetivos fazem parte de um acordo global firmado pelas Nações Unidas. Nele, uma agenda completa com ações pelo bem estar das pessoas e do planeta indica o que pode ser feito por governos, empresas e outros órgãos até 2030. 

A Raízen, por exemplo, é signatária de 15 dos 17 ODS. Entre eles:

2 – Fome zero e agricultura sustentável;

5 – Igualdade de gênero;

6 – Água potável e saneamento;

8 – Trabalho decente e crescimento econômico;

9 – Indústria, inovação e infraestrutura;

10 – Redução das desigualdades;

11 – Cidades e comunidades sustentáveis;

12 – Consumo e produção responsáveis;

13 – Ação contra a mudança global do clima;

15 – Vida terrestre;

16 – Paz, justiça e instituições eficazes;

17 – Parcerias e meios de implementação.

Quer entender como esses conceitos se aplicam em soluções práticas? Continue a leitura e saiba como a inovação é aliada dos ODS na construção de um futuro mais sustentável. 

Leia também – Mobilidade sustentável: exemplos e como promovê-la

Qual a relação entre os cases do Pulse e os ODS?

Dentro do grande e diverso ecossistema de startups parceiras do Pulse, muitas soluções vão de encontro com os ODS. São projetos voltados para a sustentabilidade, a agricultura, energias renováveis, eficiência através da digitalização e por aí vai. 

A Arable, por exemplo, juntamente com a Raízen e o Pulse, está desenvolvendo uma rede de monitoramento para um uso mais consciente de água e pesticidas nas plantações de cana-de-açúcar.

O projeto também tem como objetivo auxiliar os produtores levando técnicas positivas para a lavoura e para o meio ambiente, reduzindo desperdícios. Essa solução vai de encontro com a grande meta da Raízen de contribuir com a transição energética e estimular o uso de bioenergia. 

Neste case, podemos identificar os ODS: 2 – Fome zero e agricultura sustentável, 7 – Energia Acessível e Limpa, 8 – Trabalho decente e crescimento econômico, 9 – Indústria, inovação e infraestrutura e 12 – Consumo e produção responsáveis.

Ainda falando de soluções para a agricultura, o Drop é um case focado no manejo integrado de pragas de solo para fornecedores de cana-de-açúcar. Ele se encaixa em ODSs semelhantes a Arable, com adição do 17 – Parcerias e meio de implementação. 

Vale a leitura – ESG: o novo papel das startups na sociedade

O desenvolvimento social e a equidade de gênero também são urgências da Agenda 2030 e, consequentemente, fazem parte dos ODS. 

Um exemplo da aplicação desses objetivos próximo ao Pulse é a Laboratória, uma plataforma de empoderamento para mulheres por meio da tecnologia. Os programas oferecidos conectam as profissionais às oportunidades de trabalho, formação e diferentes possibilidades no universo tech.

Em parceria da Laboratória com a Raízen, mais de 40 mulheres foram contratadas a partir do programa “Meu primeiro emprego na Raízen Tech”. Também foram formadas turmas com iniciativas parceiras e contratação dos melhores alunos com foco em diversidade, para áreas de tecnologia. 

Nesse caso, vemos os ODS 4 – Educação de qualidade, 5 – Igualdade de gênero e 10 – Redução das desigualdades, gerando transformação social e econômica na prática. 

Conseguiu identificar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na sua ideia, no seu projeto ou na sua startup? Você pode desenvolver essa solução contando com o impulso do nosso hub. Clique aqui e saiba como fazer parte do Pulse! 

Para colocar qualquer objetivo em prática, é preciso continuar aprendendo. Saiba mais sobre o lifelong learning e porque é tão importante investir em aprendizado no mundo dos negócios.

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6 anos de Pulse: relembre 4 cases de sucesso que marcaram nossa história!

Passou voando como um foguete! O Pulse já tem a idade de uma criança em fase escolar, e por aqui, continuamos aprendendo com cada nova conexão. E foram muitas, cerca de 1200 startups fazem parte da nossa base de dados, onde analisamos ideias, encontramos parceiros e testamos todas as possibilidades.

Mais do que um ecossistema preparado para energizar os negócios que vão moldar o futuro, o Pulse é um ambiente para o desenvolvimento das soluções do agora. Além das oportunidades de negócio com a Raízen, as startups que passam pelo nosso hub encontram espaço para viabilizar suas ideias com liberdade. 

Bora relembrar quem passou por aqui no último ano e agora faz parte dos nossos cases de sucesso? Siga a leitura. 

Da ideia ao piloto, do campo à acessibilidade

Esses são alguns dos destaques do último ano até agora: 

IOTAG: Startup especializada em soluções de conectividade com o objetivo de auxiliar o agronegócio a superar 3 dos seus principais desafios: produzir cada vez mais, em menos tempo e usando menos recursos. 

Para levar mais eficiência para as operações agrícolas da Raízen, a Case IH, marca da CNH Industrial, e a IoTag desenvolveram uma tecnologia que usa Internet das Coisas (IoT) para identificar necessidades de reparo das máquinas.

A solução criada pelas empresas permite coletar dados das máquinas em tempo real e identificar problemas, enquanto uma equipe age paralelamente. Essas informações são úteis para aprimorar decisões importantes e evitar custos de manutenção. 

A ideia já foi mais do que validada e hoje é utilizada em cerca de 200 maquinários. 

Datlo: É uma ferramenta de inteligência em geolocalização que une dados públicos e privados em uma interface amigável, facilitando a visualizações de diferentes níveis.


Com a Raízen, a Datlo participa de 3 iniciativas ao todo. Em combustíveis, apoia o planejamento de postos de combustíveis, auxiliando na compreensão de regiões mais estratégicas para a Raízen.

Em lubrificantes, atua na prospecção comercial junto aos distribuidores, identificando novos clientes em potencial. E em energia, localiza possíveis novas instalações de postos Shell Recharge e Destination.

Arable:  Tendo o Pulse e a Jornada Cultivar, programa da Raízen, como parceiros, a Arable participou do desenvolvimento  do projeto de agricultura digital chamado “Rede de monitoramento para uso eficiente de água e defensivos na produção de cana-de-açúcar”, selecionado pelo Fundo de Impacto Bonsucro.

O projeto busca aumentar a produção sustentável de cana-de-açúcar usando ferramentas inteligentes. Entre os objetivos, a Arable quer ajudar os produtores na gestão da produção de acordo com o clima, considerando os riscos climáticos. 

Reduzir os custos de produção, o desperdício, fortalecer o setor de bioenergia e contribuir para a transição energética também fazem parte das metas do projeto. 

Pessoalize: É especialista em canais digitais, pioneira no atendimento em Libras e está auxiliando a Raízen a tornar a companhia ainda mais acessível para pelo menos 170 funcionários.

A Pessoalize tem fornecido intérpretes de Libras para as lives e treinamentos internos da Raízen, resultando em feedbacks positivos dos colaboradores com deficiência auditiva. A parceria tem sido benéfica tanto para os colaboradores quanto para o ecossistema, demonstrando a importância da inclusão como agente de transformação.

No ano que vem, seu negócio pode estar aqui, fazendo parte da nossa história. Acesse nosso site e traga sua startup para o Pulse

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