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Design Thinking e suas ferramentas para startups

Como criar um produto ou serviço que traga soluções e se conecte com os clientes, em um mercado competitivo? Como se destacar?

Pensando na resolução de problemas e na eficiência das soluções dos clientes, o design thinking aborda desafios e oportunidades, colocando empatia, colaboração e experimentação no centro do processo.

O conteúdo que você verá aqui faz parte de uma série sobre metodologias, que ajudam a implementar soluções criativas e eficientes em negócios. Neste artigo, vamos explorar as ferramentas de design thinking que ajudam a superar obstáculos e prosperar em um ambiente desafiador.

Vamos lá?

O que é Design Thinking?

Como você resolve os problemas complexos da sua equipe? Partindo de uma abordagem que garanta a inovação do negócio, o design thinking se mostra uma ferramenta atrativa.

Essa abordagem auxilia na compreensão profunda das necessidades e expectativas dos clientes, identificando oportunidades de melhoria e geração de soluções criativas.

Por exemplo, uma empresa pode iniciar esse processo entrevistando clientes para entender suas experiências e desafios. Em seguida, algumas sessões de brainstorm são realizadas, para gerar ideias inovadoras que abordem esses desafios de forma eficaz.

A partir daí, as ideias são transformadas em protótipos simples para teste com os usuários, permitindo que a empresa obtenha feedback valioso para aprimorar e reaplicar suas soluções.

Portanto, dentro de uma cultura organizacional, o design thinking tem o potencial de impulsionar a inovação, melhorar a experiência do cliente e manter uma vantagem competitiva duradoura.

Leia também: Inovação de Práticas pede diversidade de pessoas (e ideias)!

Quais são as etapas do Design Thinking?

Por sua natureza cíclica e centrada no usuário, o design thinking exige uma abordagem sistemática para garantir que as soluções desenvolvidas atendam efetivamente às necessidades e expectativas dos usuários finais. 

Vamos compreender cada uma dessas etapas:

Empatia

Na fase de empatia, as equipes mergulham no mundo dos usuários para ouvir suas experiências e compreender suas emoções, motivações e contextos de vida. 

Por exemplo, ao criar uma nova solução de software, entrevistas detalhadas ajudam a entender os recursos necessários e as frustrações diárias dos usuários com o software atual.

Definição do problema

Através dos insights obtidos na fase de empatia, os problemas são identificados e delineados para resolução. Mas é imprescindível que essa compreensão seja abrangente e específica para garantir um resultado mais eficiente.

Por exemplo, uma startup com dificuldade em validar suas ideias de negócio, define seu problema como a falta de acesso a ferramentas de pesquisa de mercado acessíveis.

Essa definição concisa direciona todo o processo de desenvolvimento, garantindo que as soluções propostas estejam alinhadas com as necessidades e desafios específicos enfrentados pelos empreendedores.

Ideação

Na fase de ideação, as equipes constroem sobre o problema definido anteriormente, explorando diversas soluções criativas e inovadoras. 

Essa é uma fase colaborativa e principalmente: sem julgamentos! Aqui o objetivo é gerar um conjunto diverso de ideias, mesmo que algumas pareçam inicialmente improváveis ou fora do comum. 

Ao final, as equipes terão um montante robusto de ideias para avaliar e desenvolver posteriormente.

Prototipagem

Após a fase de ideação, as equipes avançam para a prototipagem, transformando as ideias geradas em representações tangíveis e testáveis. 

Esses protótipos simples ajudam a visualizar e validar as soluções propostas, permitindo uma avaliação rápida de sua viabilidade e eficácia. O objetivo é testar rapidamente as ideias para identificar pontos fortes, fraquezas e oportunidades de melhoria. 

Essa abordagem possibilita que as equipes refinem e aprimorem suas soluções com base no feedback recebido, antes de investir recursos significativos no desenvolvimento completo.

Teste

E enfim, a fase de teste, a última etapa antes da implementação final.

Aqui, as soluções prototipadas são submetidas a uma avaliação prática para validar sua eficácia e usabilidade. Os protótipos são apresentados aos usuários reais, que fornecem feedback detalhado sobre sua experiência. 

O principal objetivo é identificar quais aspectos das soluções estão funcionando bem e quais precisam ser aprimorados. Com base nesse feedback valioso, as equipes podem realizar ajustes finais antes de lançar a solução no mercado. 

Esse teste garante que as soluções atendam adequadamente às necessidades dos usuários, alcançando assim os objetivos estabelecidos desde o início do processo de design thinking.

Por que investir em Design Thinking?

Até aqui você já entendeu o que é o design thinking, quais são as suas etapas e como elas são aplicadas na prática. Mas, e agora, como garantir que sua startup cresça e se desenvolva em um mercado onde as expectativas dos clientes estão sempre em alta?

Investir em design thinking é transformar sua startup em uma força a ser reconhecida, garantindo que cada produto e serviço desenvolvido seja não apenas funcional, mas também gere conexão com os clientes. 

Entre os benefícios desta abordagem para o seu negócio estão:

  • compreensão mais profunda dos clientes
  • inovação centrada no usuário
  • promoção da experimentação interativa
  • redução do risco de falhas
  • aperfeiçoamento da experiência do cliente
  • estímulo à criatividade e à colaboração
  • criação de uma cultura de inovação

Leia também: Como a inovação pode ser aliada dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável?

Design Thinking e seus desafios: da teoria à prática

Quando levamos o design thinking para a prática, no dia a dia das startups, vemos o processo de resolução de problemas como uma oportunidade de desenvolvimento. O autor Peter Thiel, em seu livro “Zero to One” fala exatamente sobre essas maneiras originais de se pensar.

Thiel argumenta que a verdadeira inovação surge ao criar algo completamente novo, sem copiar o que já existe. Quando uma startup adota o design thinking, essa mentalidade inovadora se torna central. 

A abordagem prioriza as necessidades do cliente e a melhoria constante, substituindo os modelos convencionais por uma abordagem mais criativa e centrada no usuário.

Por conta disso, antes mesmo de sair implementando etapas de um processo e suas técnicas, é preciso entender que o sucesso dessa implementação depende de fatores culturais.

Além disso, alguns desafios podem surgir, exigindo ainda mais resiliência da equipe, do negócio e das lideranças. Alguns deles são: 

  • tempo e recursos limitados
  • resiliência à mudança
  • falta de experiência ou conhecimento
  • falta de empatia
  • baixo investimento
  • liderança despreparada

Superar esses desafios requer comprometimento, liderança eficaz e uma abordagem resiliente. Dessa forma, se mantém o aprendizado constante e adaptativo às necessidades da startup.

15 ferramentas de Design Thinking para sua startup

Agora que discutimos os benefícios, a importância do design thinking e definimos como aplicá-lo, vamos explorar algumas das principais ferramentas que podem ser úteis para sua startup em cada etapa do processo:

EMPATIA

  • Entrevistas com clientes: conversas diretas e profundas com os usuários finais para compreender suas necessidades, desejos e desafios.
  • Observação no local: observar os usuários em seu ambiente natural para entender como eles interagem com produtos e serviços existentes.
  • Grupos focais: reuniões organizadas com um grupo de potenciais clientes para discutir suas opiniões e experiências com um produto ou serviço, permitindo uma troca rica de ideias e percepções.
  • Questionários online: acessíveis e eficientes para alcançar um público mais amplo, permitem coletar dados sobre as preferências e comportamentos dos usuários. Cuidado para que não seja muito extenso. 

DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

  • Personas: criação de perfis fictícios que representam diferentes tipos de usuários, com base em insights coletados durante as entrevistas e observações.
  • Mapa de empatia: ajuda a consolidar as informações coletadas durante a fase de empatia, destacando as necessidades, dores, desejos e comportamentos dos usuários.
  • Jornada do usuário: representação visual da experiência do usuário ao interagir com um produto ou serviço, destacando pontos de dor, momentos de alegria e oportunidades de melhoria.
  • Declaração do problema: formulação clara e concisa do desafio a ser abordado, baseada nas descobertas da fase de empatia e na análise da jornada do usuário.

IDEAÇÃO

  • Brainstorming: geração de ideias em grupo, em que os participantes são encorajados a expressar livremente suas ideias.
  • Mapas mentais: ajuda a visualizar, organizar e explorar ideias de forma não linear, estimulando a criatividade e a associação de conceitos.
  • SCAMPER: oferece diferentes perguntas para estimular a geração de ideias, explorando como um produto ou serviço pode ser Substituído, Combinado, Adaptado, Modificado, Proposto, Eliminado e/ou Reorganizado para melhor atender às necessidades dos usuários.

PROTOTIPAGEM

  • Protótipos de baixa fidelidade: representações simples e rápidas das soluções propostas, geralmente feitas de papel, cartolina ou materiais recicláveis, usadas para testar conceitos e coletar feedback inicial.
  • Protótipos de alta fidelidade: representações mais elaboradas das soluções. Podem incluir wireframes digitais, maquetes físicas ou simulações interativas, usadas para testar a funcionalidade e a usabilidade com mais detalhes.
  • Storyboards: ilustram como um usuário interage com a solução em diferentes cenários, ajudando a comunicar a experiência do usuário de forma clara e envolvente.

TESTE

  • Testes de usabilidade: observação direta dos usuários interagindo com o protótipo, para identificar pontos fortes, pontos fracos e áreas de melhoria.
  • Entrevistas de feedback: conversas estruturadas com os usuários para entender suas percepções, opiniões e sugestões após a interação com o protótipo.
  • Testes A/B: comparação de diferentes versões de um produto ou serviço para determinar qual é mais eficaz em atender às necessidades dos usuários e alcançar os objetivos desejados.

Design Thinking no Pulse e na Raízen

A abordagem design thinking está presente no dia a dia do Pulse e da Raízen, ao lado das metodologias ágeis. Para isso, contamos com o suporte do time do LACE (Lean-Agile Center of Excellence), referência na aplicação de abordagens ágeis. Esse apoio é fundamental para entender e transformar os desafios das áreas de negócio da Raízen em oportunidades de inovação por meio do Pulse.

A colaboração com o LACE ajuda a mover as ideias do papel para a prática, passando pelas etapas de empatia e definição até a prototipagem e teste. Esse processo, impulsionado pela agilidade do LACE, garante que as soluções evoluam de forma iterativa e flexível. 

Assim, o uso do design thinking, junto a outras abordagens e ferramentas, nos ajuda a impulsionar a inovação e o crescimento, alinhando as necessidades dos usuários com os objetivos estratégicos da empresa.

E aí, curtiu o conteúdo?

Quando equipes utilizam o design thinking como parte da sua cultura organizacional, a gestão de problemas adota também novos formatos, agregando uma mentalidade coletiva e criativa. 

Neste cenário, a inovação se torna um fator emergente em todos os processos e relações. Se esse conteúdo te interessou, temos uma outra indicação para você, que fala sobre as metodologias e sua funcionalidade em startups.

Leia também: Metodologias ágeis: como elas podem ajudar sua startup?

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Empreendedorismo em tempos de Geração Z

A Geração Z já está no mercado. Seja no papel de empreendedora, cliente ou colaboradora, é importante prestar atenção nessa turma que já nasceu num mundo de internet massificada. Inovadora, flexível e comunicativa e exigente, a Gen Z promete trazer mais dinamismo para os fluxos de trabalho. 

Com essa galera, os valores pessoais também influenciam no comportamento profissional. Então, se você está querendo conquistar jovens parceiros para seu negócio e/ou consumidores Gen Z, mas não sabe como resolver o problema da falta de engajamento, algumas mudanças e inovações nos processos podem ajudar.

Neste artigo, vamos traçar um panorama de como esses jovens prometem impactar o mercado. Partindo para a parte prática, vamos te ajudar com algumas dicas valiosas para engajar ainda mais essa geração e se manter inovando neste período de transição geracional.

Vamos lá?

Pegada empreendedora ao longo das gerações

O instinto empreendedor mudou muito ao longo da história, impactando de formas diferentes as gerações anteriores, seja em mudanças econômicas, culturais ou comportamentais. 

Voltando algumas décadas no tempo, mergulhamos nas distintas abordagens empreendedoras das gerações anteriores, desde os Baby Boomers até os Millennials, seguindo para a transição dos Gen Z.

Baby Boomers (Nascidos entre 1940 e 1959)

Os Baby Boomers, forjados em um período pós-guerra, buscavam por estabilidade em seus empreendimentos. Graças a isso, o empreendedorismo muitas vezes estava vinculado à criação de empresas tradicionais e à construção de carreiras sólidas. A busca por segurança no emprego era uma característica marcante, com muitos optando por trajetórias profissionais longas em uma única empresa.

Geração X (Nascidos entre 1960 e 1979)

Alguns anos mais tarde, a Geração X, confrontada com mudanças tecnológicas significativas, testemunhou o início da globalização. O empreendedorismo nessa época frequentemente era uma resposta à necessidade de flexibilidade e à autonomia. A ascensão de startups e o advento de novas tecnologias marcaram esse período, representando uma transição em direção a mentalidades mais independentes.

Geração Y/Millennials (Nascidos entre 1980 e 1994)

Já os Millennials, testemunharam a ascensão da internet e a revolução da informação. Empreendimentos nessa era começaram a incorporar a tecnologia de maneiras inovadoras. Coworkings, startups digitais e a busca por propósito nas carreiras tornaram-se características marcantes. A Geração Y destacou-se pela busca de significado no trabalho e pela quebra de paradigmas tradicionais.

Transição para a Geração Z (Nascidos entre 1995 e 2010)

Chegamos a Geração Z, nascida em um mundo totalmente digitalizado, herdando a proeza empreendedora de suas predecessoras, mas com uma abordagem singular. Ao crescerem como verdadeiros nativos digitais, esses jovens empreendedores trazem uma visão global, uma propensão natural à inovação e uma ênfase renovada na responsabilidade social.

Partimos de períodos onde a sociedade era de Baby Boomers idealistas e revolucionários, em um período pós-guerra e chegamos a uma evolução notável nas mentalidades empreendedoras com os jovens da geração Z. Agora precisamos entender o padrão de comportamento desses jovens e como eles influenciam nas tomadas de decisão.

Geração Z: características e o padrão de comportamento

Verdadeiros adeptos da praticidade, responsáveis, autodidatas e extremamente realistas e lógicos. Esses são os nascidos na Geração Z, segundo estudo realizado pela empresa de consultoria, McKinsey. Os Zs são hiperconectados e buscam mais pela qualidade de vida, do que o retorno financeiro, diferentemente das gerações anteriores.

Mas, não se engane, eles investem alto em suas habilidades e no crescimento profissional, mas nesse sentido o foco maior é no propósito de suas ações. Com sua carga idealista forte, tem o desejo intenso de mudar o mundo, por isso a responsabilidade social mescla com todas as áreas da vida.

Quando o assunto é comportamento, eles têm total confiança no seu potencial de resolução para problemas globais. Neste cenário, se tornam consumidores mais exigentes, que se preocupam muito mais com a experiência obtida, do que com o produto ou serviço adquirido.

Segundo relatório da plataforma de pesquisa Through Exchange, 81% dos brasileiros da Geração Z acreditam carregar a responsabilidade de contribuir positivamente à comunidade em que vivem.

Além disso, a diversidade e a inclusão são itens básicos de necessidade para essa geração, ainda mais do que para a anterior. De acordo com um estudo realizado pelo Twitter, 60% dos GenZ costumam seguir marcas nas redes sociais.

Neste cenário, 55% do público confia em grandes marcas que se posicionam sobre pautas sociais em alta e 85% concordam que as empresas devem tomar atitudes positivas em prol da sociedade.

Como a mentalidade das novas gerações impacta nos negócios?

Quando refletimos sobre o comportamento e as características do empreendedor da Geração Z, identificamos repercussões significativas nas práticas empresariais. No contexto tecnológico, essa geração, caracterizada por sua natividade digital, impulsiona a demanda por inovações tecnológicas nas empresas. 

Por exemplo, organizações que incorporam tecnologias emergentes, como inteligência artificial e realidade aumentada, se destacam ao atrair consumidores da Geração Z, que são muito exigentes quanto à experiência digital.

No ambiente de trabalho, a flexibilidade se tornou uma prioridade para essa geração. Trabalho remoto, versatilidade nos horários, relações descontraídas e leves não apenas atendem às suas expectativas, como também promovem maior satisfação e retenção de talentos.

Qual é o propósito da sua empresa?

E, assim como na vida pessoal, nos negócios o Gen Z busca por propósito e sustentabilidade. Portanto, empresas que adotam práticas sustentáveis e entendem e praticam sua responsabilidade social corporativa são percebidas como autênticas e atraentes por essa geração. O alinhamento de valores torna-se um fator determinante na escolha de marcas e empregadores.

Comunicação aberta e colaborativa

Como anda a comunicação na sua empresa? Para a Geração Z uma comunicação transparente e autêntica é crucial para estabelecer uma conexão sólida e conquistá-los. Com uma abordagem franca e honesta em suas comunicações, tanto internas quanto externas, a construção da confiança entre o jovem empreendedor e a empresa, colabora para cultivar relacionamentos duradouros.

Diversidade geracional não pode ser um desafio com essa geração. Promover ambientes de trabalho que facilitem a colaboração intergeracional é fundamental. A Geração Z, reconhecendo a diversidade de perspectivas, traz uma enorme disposição para aprender com colegas de diferentes faixas etárias, contribuindo para uma cultura organizacional mais rica e inovadora.

Dicas para engajar parceiros e encantar consumidores Gen Z

Agora que você já entendeu o que um empreendedor da Geração Z está buscando e promete agregar ao mercado de trabalho, que tal algumas dicas para impactar ainda mais esse público e atraí-los para a sua marca?

Aqui estão algumas iniciativas para te ajudar a girar a chave:

  • Aposte na defesa dos valores da sua marca.
  • Seja autêntico. De acordo com uma pesquisa do Google, 64% dos jovens entrevistados disseram que são impactados por um vídeo de marca, quando ele é autêntico e fala a verdade sobre a empresa, refletindo a realidade.
  • Agregue dinamismo e entretenimento. Eles querem mudar o mundo, sim, mas de forma divertida.
  • Saiba se comunicar de forma correta, clara e instigante. Não basta entregar as soluções perfeitas, a linguagem faz toda a diferença.
  • Essa geração tem desejo de pertencimento buscando os mesmos propósitos e valores da comunidade que estão inseridos.
  • Use e abuse de inovações tecnológicas para impactar nas experiências.

E lembre-se que essas iniciativas e ações precisam fazer parte da sua cultura, nada forçado. Não dá para fingir uma cultura sustentável ou afirmativa, por exemplo, se esses pilares não pertencem a sua marca.

Geração Z em destaque: TOP 3 GenZ com iniciativas inovadoras 

Mas afinal, quem são esses jovens empreendedores que estão ditando tendências em meio a transição geracional atual?

Vamos conhecer a seguir alguns dos Under 30 elencados pela Forbes, que estão revolucionando e provando que mesmo jovens, os GenZ já estão preparados para mudar o mercado.

Thiago Waddington e o banco digital para os GenZ

Movimentando um mercado formado por 49 milhões de brasileiros, que juntos movimentam cerca de R$ 76 bilhões por ano, mas não têm dinheiro guardado e nem poupados para uma emergência. 

Thiago junto com seus sócios João Pedro, Mateus e Sophie, criaram a fintech Z1, apostando em uma educação financeira para a independência financeira sem percalços no meio do caminho.

Veja reportagem sobre a iniciativa e suas inovações no Valor Econômico.

Filipe Soares e o crescimento da Fiber Citrus

Filipe desenvolveu sua própria linha de pesquisa, apostando na casca de laranja e resíduos das fábricas de suco, para criar outros processos alimentícios e fibras prebióticas. 

E em 2021, depois de apresentar sua estrutura de negócio para um grupo de investidores, nasceu a Fiber Citrus, uma linha de produtos de fibras funcionais com propriedades espessantes, emulsificantes e nutritivas. Sua utilização é voltada para panificação, carnes ou substitutos e bebidas, entre outros segmentos da indústria alimentícia.

Conheça mais sobre a iniciativa no InvestSP.

Callebe Mendes e a fintech milionária Zapay

Partindo para o universo das fintechs, Callebe Mendes fundou aos 20 anos a Zapay, empresa que propõe soluções para economizar tempo e dinheiro dos proprietários de veículos. 

Em 2022, a fintech expandiu ainda mais sua maturidade financeira, fechando parcerias com empresas como Sem Parar, Porto Seguro, Picpay, ConectCar, Itaú e Santander, atingindo um volume de 150% de crescimento em transações, chegando a mais de R$ 600 milhões.

Conheça mais sobre a Zapay no site oficial.

Essas e outras iniciativas ganharam as páginas da Forbes como empreendedores mais brilhantes com 30 anos ou menos, dando ainda mais foco ao potencial das novas gerações. 

Por muitas vezes, é dentro do universo das startups, que a inovação e as mudanças geracionais começam a ganhar espaço. 

Aqui no Pulse a inovação dos jovens empreendedores também têm seu espaço garantido. Temos orgulho de nos posicionarmos como marca formadora, que investe em soluções inovadoras para mudar o cenário brasileiro.

Quer conhecer algumas iniciativas que estão fazendo a diferença por aqui?

Acesse e se conecte

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Como a inovação pode ser aliada dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável?

Ao ler Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, pode ser que você não pense imediatamente na ONU, mas deve se lembrar dos quadradinhos coloridos que ilustram cada ODS. 

Esses objetivos fazem parte de um acordo global firmado pelas Nações Unidas. Nele, uma agenda completa com ações pelo bem estar das pessoas e do planeta indica o que pode ser feito por governos, empresas e outros órgãos até 2030. 

A Raízen, por exemplo, é signatária de 15 dos 17 ODS. Entre eles:

2 – Fome zero e agricultura sustentável;

5 – Igualdade de gênero;

6 – Água potável e saneamento;

8 – Trabalho decente e crescimento econômico;

9 – Indústria, inovação e infraestrutura;

10 – Redução das desigualdades;

11 – Cidades e comunidades sustentáveis;

12 – Consumo e produção responsáveis;

13 – Ação contra a mudança global do clima;

15 – Vida terrestre;

16 – Paz, justiça e instituições eficazes;

17 – Parcerias e meios de implementação.

Quer entender como esses conceitos se aplicam em soluções práticas? Continue a leitura e saiba como a inovação é aliada dos ODS na construção de um futuro mais sustentável. 

Leia também – Mobilidade sustentável: exemplos e como promovê-la

Qual a relação entre os cases do Pulse e os ODS?

Dentro do grande e diverso ecossistema de startups parceiras do Pulse, muitas soluções vão de encontro com os ODS. São projetos voltados para a sustentabilidade, a agricultura, energias renováveis, eficiência através da digitalização e por aí vai. 

A Arable, por exemplo, juntamente com a Raízen e o Pulse, está desenvolvendo uma rede de monitoramento para um uso mais consciente de água e pesticidas nas plantações de cana-de-açúcar.

O projeto também tem como objetivo auxiliar os produtores levando técnicas positivas para a lavoura e para o meio ambiente, reduzindo desperdícios. Essa solução vai de encontro com a grande meta da Raízen de contribuir com a transição energética e estimular o uso de bioenergia. 

Neste case, podemos identificar os ODS: 2 – Fome zero e agricultura sustentável, 7 – Energia Acessível e Limpa, 8 – Trabalho decente e crescimento econômico, 9 – Indústria, inovação e infraestrutura e 12 – Consumo e produção responsáveis.

Ainda falando de soluções para a agricultura, o Drop é um case focado no manejo integrado de pragas de solo para fornecedores de cana-de-açúcar. Ele se encaixa em ODSs semelhantes a Arable, com adição do 17 – Parcerias e meio de implementação. 

Vale a leitura – ESG: o novo papel das startups na sociedade

O desenvolvimento social e a equidade de gênero também são urgências da Agenda 2030 e, consequentemente, fazem parte dos ODS. 

Um exemplo da aplicação desses objetivos próximo ao Pulse é a Laboratória, uma plataforma de empoderamento para mulheres por meio da tecnologia. Os programas oferecidos conectam as profissionais às oportunidades de trabalho, formação e diferentes possibilidades no universo tech.

Em parceria da Laboratória com a Raízen, mais de 40 mulheres foram contratadas a partir do programa “Meu primeiro emprego na Raízen Tech”. Também foram formadas turmas com iniciativas parceiras e contratação dos melhores alunos com foco em diversidade, para áreas de tecnologia. 

Nesse caso, vemos os ODS 4 – Educação de qualidade, 5 – Igualdade de gênero e 10 – Redução das desigualdades, gerando transformação social e econômica na prática. 

Conseguiu identificar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na sua ideia, no seu projeto ou na sua startup? Você pode desenvolver essa solução contando com o impulso do nosso hub. Clique aqui e saiba como fazer parte do Pulse! 

Para colocar qualquer objetivo em prática, é preciso continuar aprendendo. Saiba mais sobre o lifelong learning e porque é tão importante investir em aprendizado no mundo dos negócios.

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6 anos de Pulse: relembre 4 cases de sucesso que marcaram nossa história!

Passou voando como um foguete! O Pulse já tem a idade de uma criança em fase escolar, e por aqui, continuamos aprendendo com cada nova conexão. E foram muitas, cerca de 1200 startups fazem parte da nossa base de dados, onde analisamos ideias, encontramos parceiros e testamos todas as possibilidades.

Mais do que um ecossistema preparado para energizar os negócios que vão moldar o futuro, o Pulse é um ambiente para o desenvolvimento das soluções do agora. Além das oportunidades de negócio com a Raízen, as startups que passam pelo nosso hub encontram espaço para viabilizar suas ideias com liberdade. 

Bora relembrar quem passou por aqui no último ano e agora faz parte dos nossos cases de sucesso? Siga a leitura. 

Da ideia ao piloto, do campo à acessibilidade

Esses são alguns dos destaques do último ano até agora: 

IOTAG: Startup especializada em soluções de conectividade com o objetivo de auxiliar o agronegócio a superar 3 dos seus principais desafios: produzir cada vez mais, em menos tempo e usando menos recursos. 

Para levar mais eficiência para as operações agrícolas da Raízen, a Case IH, marca da CNH Industrial, e a IoTag desenvolveram uma tecnologia que usa Internet das Coisas (IoT) para identificar necessidades de reparo das máquinas.

A solução criada pelas empresas permite coletar dados das máquinas em tempo real e identificar problemas, enquanto uma equipe age paralelamente. Essas informações são úteis para aprimorar decisões importantes e evitar custos de manutenção. 

A ideia já foi mais do que validada e hoje é utilizada em cerca de 200 maquinários. 

Datlo: É uma ferramenta de inteligência em geolocalização que une dados públicos e privados em uma interface amigável, facilitando a visualizações de diferentes níveis.


Com a Raízen, a Datlo participa de 3 iniciativas ao todo. Em combustíveis, apoia o planejamento de postos de combustíveis, auxiliando na compreensão de regiões mais estratégicas para a Raízen.

Em lubrificantes, atua na prospecção comercial junto aos distribuidores, identificando novos clientes em potencial. E em energia, localiza possíveis novas instalações de postos Shell Recharge e Destination.

Arable:  Tendo o Pulse e a Jornada Cultivar, programa da Raízen, como parceiros, a Arable participou do desenvolvimento  do projeto de agricultura digital chamado “Rede de monitoramento para uso eficiente de água e defensivos na produção de cana-de-açúcar”, selecionado pelo Fundo de Impacto Bonsucro.

O projeto busca aumentar a produção sustentável de cana-de-açúcar usando ferramentas inteligentes. Entre os objetivos, a Arable quer ajudar os produtores na gestão da produção de acordo com o clima, considerando os riscos climáticos. 

Reduzir os custos de produção, o desperdício, fortalecer o setor de bioenergia e contribuir para a transição energética também fazem parte das metas do projeto. 

Pessoalize: É especialista em canais digitais, pioneira no atendimento em Libras e está auxiliando a Raízen a tornar a companhia ainda mais acessível para pelo menos 170 funcionários.

A Pessoalize tem fornecido intérpretes de Libras para as lives e treinamentos internos da Raízen, resultando em feedbacks positivos dos colaboradores com deficiência auditiva. A parceria tem sido benéfica tanto para os colaboradores quanto para o ecossistema, demonstrando a importância da inclusão como agente de transformação.

No ano que vem, seu negócio pode estar aqui, fazendo parte da nossa história. Acesse nosso site e traga sua startup para o Pulse

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Cibersegurança: um fator essencial para a startup fechar negócios com grandes empresas

Trabalhar com inovação aberta é bom e a gente ama. Normalmente, a startup entra com uma ideia ou solução, e a grande empresa entra com o espaço, análise e recursos para financiar um piloto antes da implementação. Juntas, as duas empresas criam um produto ou serviço tecnológico que pode promover melhorias para empresa – e ampliar receita e portfólio da startup. 

Mas a relação precisa ser segura para todas as partes.

À medida que as startups se envolvem em parcerias estratégicas com grandes empresas, a segurança de seus ativos digitais e dados torna-se uma prioridade. Um sistema inseguro ou que não atenda às normas da LGPD compromete a confidencialidade de informações e pode ser um empecilho para a continuidade dos negócios.

Para quem está começando, escolher uma estratégia eficiente de segurança digital pode representar um desafio, principalmente para startups com um orçamento modesto. Mas, de acordo com nosso entrevistado, Endrigo Antonini, gerente em cibersegurança da Raízen, os negócios já devem nascer com um plano de respostas a incidentes, desde o dia 1.

Para conhecer as melhores práticas de cibersegurança para startups e como o Pulse auxilia nesse quesito, continue lendo e fique ligado nas dicas do Endrigo. ✍🏽

Quais são os principais desafios de cibersegurança enfrentados pelas startups? 

Antes de mais nada, é preciso considerar o contexto. Anos atrás, negociações envolviam muita papelada, reconhecimento de firma, cópias e mais cópias que podiam acabar em mãos erradas. No caso de golpes, alguns chegavam por ligações suspeitas via telemarketing ou pela clonagem física de cartões de crédito. 

Com o processo de digitalização, em parte acelerado pela pandemia, golpes via redes sociais infelizmente se tornaram cada vez mais comuns. Alguns exemplos são aquelas mensagens suspeitas pedindo PIX, e-mails se passando por bancos, pedidos de confirmação de senhas e outros dados.

Se os desenvolvedores de redes sociais recomendam fortemente a utilização de autenticação de dois fatores para pessoas físicas, imagine o quão imprescindível é ter uma política de segurança sólida para o seu negócio. 

Mas, ao se depararem com os valores dos softwares de cibersegurança ou treinamentos personalizados, muitas startups deixam o assunto para outro momento. Isso porque um dos principais desafios para essas empresas é lidar com o orçamento restrito, portanto, acabam abrindo mão do investimento em ferramentas de proteção. 

Nesse caso, Antonini diz que existem alternativas. Se as soluções surgem dos momentos de necessidade, por que não formular produtos de cibersegurança internamente? Também é possível direcionar fundos para a capacitação intelectual do próprio time nessa área. 

O especialista também aponta para a importância da cultura de segurança. Afinal, se a equipe não está conscientizada e treinada para lidar com situações de risco, erros humanos podem acontecer, informações podem ser vazadas e negócios podem ser comprometidos. O mesmo vale para seus fornecedores:

“A segurança está seguindo um pouco o modus operandi do ESG, estamos entrando na Governança olhando para parceiros e fornecedores e perguntando: como você analisa segurança cibernética? Você tem uma política de segurança? Você tem um processo de resposta-incidente e testa ele, eventualmente? Você tem backup da sua solução?” 

Por falar em negócios comprometidos, muitas vezes o clichê funciona: a pressa é inimiga da perfeição, e da segurança. A vontade de apresentar uma solução para investidores e disponibilizar o produto para os clientes pode deixar seu negócio vulnerável. Por isso, quem passa pelo Pulse recebe orientação para pensar na cibersegurança desde o rascunho. Essa não é só mais uma etapa, mas, sim, uma garantia de estabilidade e confiabilidade diante do mercado. 

Se tratando de confiabilidade e, principalmente, estar dentro da lei, o cumprimento regulatório e o conhecimento da LGPD é imprescindível para a privacidade e segurança da informação. Se dados protegidos vazam, a empresa não somente pode ser multada, mas está cometendo um crime. 

Quais são as melhores práticas em termos de cibersegurança para startups?

Se antes a segurança era vista só como mais uma etapa a ser pensada no final de um projeto, nos últimos anos, o comportamento vem mudando. 

“A gente tem começado a entrar mais no início dessa cadeia, de falar sobre infraestrutura segura, software seguro, a ideação segura. Quais são os requisitos que eu coloco de um sistema para ele abordar segurança? Isso não inviabiliza o produto, justamente o oposto, essa segurança torna o produto possível”, explica Endrigo. 

Para o especialista, o primeiro passo para um negócio começar seguro para si e para os clientes é realizar uma análise de mercado eficiente. Se sua startup criou um aplicativo que lida com pagamentos, vai receber dados de cartão de crédito e informações de pessoas, é preciso compreender qual a regulamentação adequada. 

Conhecendo o que precisa ser protegido e como outras empresas lidam com isso, o negócio pode se preparar para impedir que pessoas mal-intencionadas usem outros comandos para burlar a etapa de login ou acabem usando cartões de créditos de terceiros. 

O mesmo vale para relações com fornecedores, afinal, notas fiscais, endereços, rotas de entrega e outros dados importantes estão disponíveis em um sistema. Para proteger esses dados e evitar que algo possa comprometer a solução ou causar prejuízos, os requisitos de segurança devem fazer parte da startup desde a ideação. 

O que fazer se a empresa não tem um modelo de segurança?

Para os negócios que deixaram a segurança para a última etapa, por uma questão de orçamento ou falta de conhecimento, é possível corrigir. Pode ser que custe mais, pode ser que comprometa outros avanços da startup, mas aderir a um modelo de resposta-incidente é uma questão de sobrevivência.

Essa medida pode ser levada como um exercício de pessimismo: imagine tudo de ruim que pode acontecer com sua empresa. Qual é o cenário mais caótico? Qual é a situação mais grave? O que representaria o fim da sua solução? Não é exagero, é preparação! 


Leia também – De startup inovadora a empresa sólida: como dar o salto

Que tipo de suporte o Pulse dá para a startup no âmbito de segurança digital?

Apesar de não ser caça-fantasmas, o hub de inovação da Raízen tem um rigoroso processo de sprint para orientar em decisões de cibersegurança. Podendo indicar se sua startup está segura ou não.

O Pulse também auxilia os negócios a se prepararem para passar pela criteriosa peneira da Raízen em termos de segurança. Afinal, uma grande empresa de fornecimento de energia precisa ter garantias sobre a confiabilidade de seus parceiros. 

Entre as formas de suporte oferecidas, o time de cibersegurança da Raízen em parceria com o hub aconselha na criação de medidas de segurança, planos de resposta-incidente, verificação dos termos de uso da aplicação, com o objetivo de evoluir a maturidade do negócio. 

Hoje, alguns pilotos podem passar pelo comitê de segurança do Pulse. Essa fase é importante para construir uma visão macro sobre o próprio negócio, estipular prioridades e melhorar os próprios processos. 

Sobre os custos da segurança, Endrigo explica: 

“É possível ter segurança com baixo orçamento tendendo a zero, isso é algo que a gente tem levado para as startups do Pulse. A parte mais cara do processo é o conhecimento das pessoas.” 

Para não esquecer: não é necessário comprar soluções milionárias quando se tem uma postura segura. 

3 dicas indispensáveis do especialista em cibersegurança 

Se o seu negócio ainda é uma ideia no papel, ou a parte de segurança está no final da to-do-list, ainda dá tempo de se adequar e tornar seu negócio mais seguro. Endrigo indica 3 passos indispensáveis para oferecer uma experiência segura para os clientes e passar confiança para possíveis investidores. Confira:

Duplo fator de autenticação ou 2FA: serve para todos os usuários, de funcionários a clientes, para garantir uma camada extra de segurança em todos os níveis. É possível monitorar as tentativas de autenticação bloqueadas ou autorizadas para identificar padrões suspeitos e atividades maliciosas.

Plano de resposta-incidente: é um procedimento detalhado sobre diferentes cenários de insegurança, onde se orienta como lidar com cada um deles passo a passo. Deve incluir um plano de comunicação com todas as partes interessadas, com instruções, nível de prioridade e gravidade, além do possível impacto.

Política de segurança sólida: são regras de uso que consideram possíveis ameaças e orientam sobre o comportamento mais seguro para evitá-las. Deve ser atualizada com frequência para acompanhar a evolução de dispositivos e novas tecnologias. Essa política deve ser conhecida pelos funcionários e fazer parte da cultura de boas práticas. 

Se você tem uma ideia inovadora e quer se transformar em um case de sucesso, traga sua solução – com toda a segurança – para o Pulse! 

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Se está faltando orçamento para cibersegurança, talvez seja o momento de buscar ajuda. No blog, um investidor-anjo mostra o caminho para impulsionar sua startup. 

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Buscando investimento para sua startup? Este texto é para você.

Você e um grupo de colegas têm uma ideia de solução para um problema do mercado? Esse pode ser o primeiro passo para começar uma startup. Mas o caminho que leva à concretização desse sonho exige uma caminhada muito mais longa, é claro. 

Entender o problema, pesquisar o mercado, desenhar a solução, montar um time, apresentar o conceito inicial, buscar recursos e clientes, lançar o produto ou serviço são algumas das etapas envolvidas para colocar a ideia em prática. 

Idas e vindas, erros e aprendizados fazem parte do processo, claro.

Neste artigo, vamos trazer dicas para quem começou essa jornada há pouco tempo e quer saber a hora certa de buscar investidores. Aliás, será que precisa? Para entender mais, conversamos com Orlando Cintra, fundador e CEO da BR Angels (Grupo de Investimento Anjo formado por CEOs e empreendedores). Continue a leitura para dicas quentes. Vamos nessa?

Autoconhecimento: em que fase está sua startup? Já está na hora de buscar investimentos? Como?

Conforme amadurece em cada etapa, o negócio atinge uma nova fase de desenvolvimento, e novos passos são necessários. Eventualmente, algum dinheiro também. Quando é o momento de buscar investidores? Aliás, o investimento externo é sempre necessário?

Para responder a essas perguntas, é essencial saber em que estágio sua empresa está. 

A startup ainda é só uma ideia num arquivo .ppt? Podemos dizer que está em fase pré-operacional

Nesta fase, a startup está focada em testar e refinar seu modelo de negócio, avaliar a demanda pelo produto ou serviço que oferece, identificar potenciais clientes e parceiros e desenvolver um plano estratégico para o lançamento oficial. 

A empresa já desenvolveu um mínimo produto viável (MVP) e está validando o modelo de negócio? Bem-vinda ao early stage. 

Aqui, o foco é testar suas hipóteses, ouvir o feedback dos clientes e ajustar sua abordagem conforme os resultados iniciais. Algumas mudanças de direção podem ser necessárias até chegar no modelo que funciona para sua empresa e resolver o problema do seu cliente.

Já provou que o negócio é viável? Prepare-se para o growth stage.

O growth stage ocorre quando a startup já tem uma base de clientes e receita mais estáveis e se prepara para expandir. Talvez seja o momento de aumentar o time. Vale começar a estudar novos mercados para ampliar sua presença, além de aprimorar ainda mais seu produto.

Para se aprofundar – 4 tipos de inovação para aplicar na sua startup

Ok, mas quando é o momento da startup buscar investidores?

Isso pode acontecer desde o early stage. Na maioria das vezes, tirar a ideia do papel e criar o protótipo de um produto custa caro. Além disso, encontrar clientes e desenvolver modelos de negócio viáveis requer conhecimento, prática e contatos. 

Muita gente, quando fala capital, pensa só em injetar dinheiro. Não é só isso, pode ser um capital intelectual também. E aí entra o smart money. Essa parte do smart é exatamente o capital intelectual, abertura de portas, mentoria. Isso é um capital que vale muitas vezes muito mais do que o dinheiro”, explica o investidor Orlando Cintra.

Mas o próprio fundador da BR Angels alerta: antes de buscar investimentos é preciso entender o momento e a necessidade da startup. 

O dinheiro não cai do céu. Nem anjo dá dinheiro de graça.

No começo, quando a startup não tem condições de se autofinanciar ou precisa de mais experiência e abertura no mercado, o investimento anjo pode ser uma solução. 

Da mesma forma, quando ela já está tracionando e o negócio está dando certo, pode precisar de investimento para dar um salto. Afinal, a velocidade da expansão pode ser crucial para não perder fatias de mercado para a concorrência. 

Em troca de investimento, a startup oferece parte do seu cap table e equity, ou seja, uma participação acionária.

Esse é o bem mais precioso que a startup tem. Por isso, antes de buscar investidores, pergunte-se:

  • O investimento externo é essencial para a minha estratégia de negócio?
  • Vale a pena trocar parte do meu cap table e equity por esse investimento?
  • Tenho clareza do que pretendo fazer com esse capital?

Se ainda há dúvidas, talvez seja o caso de esperar. A jornada de venture capital não é uma fase obrigatória para todas as startups.

 “A pior besteira que uma startup pode fazer é pegar dinheiro por pegar. Eu já vi startups pegando dinheiro e depois não usar. Você trocou equity por dinheiro, e ficou com o dinheiro parado? É muito caro! Depois você não recompra isso. O investidor espera lucratividade. Se ele entrou por cinco, ele espera sair por cinquenta, por dez, por quinze, por um múltiplo maior”, explica Cintra

Agora, se a resposta foi sim, contar com investidores-anjo pode ser a melhor forma de dar corpo a startup e ganhar mais mercado. Mas como conquistá-los? 

Conforme Orlando Cintra, fundador e CEO da BR Angels, é essencial ter brilho nos olhos pela solução proposta. “Mostrar competência e saber trabalhar em time também são características que complementam esse empreendedor”. 

Como as startups podem conquistar a atenção de investidores-anjo?

Brilho no olho e vontade de fazer acontecer são essenciais para conquistar investidores, avisa Cintra. É essa paixão pelo que faz que vai direcionar os esforços e movimentos para a empresa ter sucesso. Não dá pra chegar desestimulado ou cansado, né?

Mas é claro que vontade não é o único combustível necessário para uma startup decolar. Confira cinco pontos que a BR Angels observa na startup:

  • A startup oferece uma solução inovadora para um problema real, não é uma solução procurando um problema. Ou seja, existe interesse do mercado.
  • Relacionado ao ponto anterior, já existe um plano de negócios estruturado: que problema sua empresa resolve e como ela faz isso?
  • Tem um time empreendedor comprometido, ético e engajado, com energia para voar alto.
  • Apresenta estratégia e capacidade de ação: o que o time já faz ou fez antes e onde pretende estar daqui a 3 anos?
  • Busque aprender com sucessos e fracassos de outras empresas. Isso pode acontecer em eventos e leituras, mas também em conversas diretas. Que tal chamar outros empreendedores para tomar um café?

Ambiente de hub, incubadoras, aceleradoras e eventos em geral são propícios para gerar aprendizado e aumentar a visibilidade da startup. Esse é o famoso networking. 

Aproveite bem as oportunidades. Os investidores valorizam quem sabe ouvir e está aberto às trocas – não somente as financeiras. Esteja preparado para responder a perguntas difíceis e fornecer informações detalhadas sobre o negócio.

O networking também ajuda a criar conexões com investidores. Por exemplo, se uma startup já tem o aval de um hub de inovação como o Pulse, isso já é um bom indicativo para o investidor de que ela está sendo vista pelo mercado. 

Além disso, mostra que ela está em contato com outros atores de inovação que ampliam sua visão de negócios. Tudo isso pode ajudar a acelerar etapas, gerar parcerias e coinvestimentos. 

Conselhos finais para empreendedores que estão começando suas próprias startups

Pela visão de Orlando Cintra, o empreendedor deve procurar alguém que já teve sucesso no negócio em que ele está apostando para entender a jornada, aprender e se inspirar. O mesmo deve ser feito olhando para alguém que fracassou nesse mesmo segmento, para analisar o que aconteceu e não repetir os mesmos erros. 

Também é importante definir metas possíveis, se adaptar diante dos imprevistos, encarar os novos desafios e aceitar que às vezes é necessário reavaliar sua estratégia. Esteja preparado para o trabalho árduo, pois empreender exige dedicação e persistência. 

Com determinação, resiliência e criatividade, seu foguete tem tudo para decolar! 

O primeiro passo foi dado, mas o que vem a seguir? Saiba como dar o salto necessário para sua startup inovadora se tornar uma empresa sólida.

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Inovação em energia: parcerias são peça-chave

Artigo redigido em colaboração com Danilo Leite, Head de Inovação na área de energia da Raízen.

Qual é sua relação com a energia no cotidiano? A maioria das pessoas tem uma relação passiva: consome e paga a conta, abastece o carro e segue viagem. É como se a energia estivesse sempre ali e da mesma forma ‒ a um toque de interruptor, um girar de chave, um plugue na tomada ou, mais recentemente, um comando para a Alexa.

Mas a inovação em energia não parou na forma de acender a luz, nem na invenção do LED. Muito menos na invenção da lâmpada por Thomas Edison ou no primeiro carro a gasolina de Karl Benz. 

Tudo isso faz parte de uma história que remonta à própria história da modernidade e chega até a Grécia Antiga. Aliás, gratidão eterna a Tales de Mileto, Alessandro Volta e todos os outros. Cada descoberta serve como combustível para as seguintes. Assim, a história da inovação em energia e eletricidade continua sendo escrita agora. 

E é sobre inovações do presente e para o futuro que vamos falar neste artigo. 

É para que a energia chegue às residências, automóveis e indústrias de forma cada vez mais eficiente, segura e sustentável que se busca inovação sempre. Não é à toa que o mote da Raízen é “redefinindo o futuro da energia”, e que o Pulse é aliado nessa jornada. Vamos entender mais?

Tendências da inovação em energia

A inovação em energia acontece em diferentes pontos da cadeia produtiva: nas fontes e métodos de geração, formas de armazenamento, distribuição, comercialização e modelos de negócio em geral.

Em todas essas etapas é possível visualizar tendências macros de inovação, e elas podem ser sintetizadas em 3 Ds e um E:

Descarbonização, Digitalização, Descentralização e Eletrificação. A seguir, vamos abordar um pouco mais sobre cada um desses movimentos.

Descarbonização do mercado de energia

A descarbonização é uma necessidade global, e o mercado de energia é parte central nesse processo. Essa tendência é impulsionada pela crescente preocupação com as mudanças climáticas e a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), especialmente o dióxido de carbono (CO₂).

O principal ponto em relação à geração de energia é a transição gradual de fontes fósseis, como carvão e petróleo (não renováveis e altamente emissoras de CO₂) para fontes renováveis e mais limpas. Aqui entram iniciativas variadas para melhor aproveitamento da energia solar, eólica, hidrelétrica e de biomassa.

Além de pensar a matéria-prima, a inovação voltada à descarbonização envolve pensar processos mais limpos e com menor impacto ambiental. No caso da geração de energia limpa, é preciso pensar se o transporte de materiais ou de combustíveis, o tipo de estocagem, as vias de abastecimento e a transformação do entorno seguem o mesmo padrão sustentável. 

Podemos usar uma usina hidrelétrica como exemplo para avaliar esses fatores. A energia produzida é renovável, mas a construção de grandes usinas depende do alagamento de áreas amplas. Além do deslocamento da população que vivia ali, existe ainda o risco de desequilíbrio ambiental. 

Outro fator é a distribuição dessa energia, considerando que as usinas são construídas em locais mais afastados justamente pela complexidade da estrutura. Qual é a matriz energética utilizada nesse deslocamento? É igualmente renovável ou emite GEEs? Por isso, o processo de descarbonização precisa ser pensado de maneira sistêmica ‒ e é aí que surge o outro D, o de descentralização. 

Descentralização

Tanto em inovação quanto em produção de energia, descentralizar é distribuir recursos de forma mais ampla, diferentemente do sistema centralizado habitual. 

Quando aplicada à produção de energia, a descentralização ocorre quando várias pequenas usinas hidrelétricas, plantas solares e outras matrizes estão posicionadas em diferentes locais, mais próximas do consumo final. Como resultado, é possível reduzir as perdas de transmissão acarretadas pelas longas distâncias, além de diminuir a necessidade de investimento em infraestrutura de grande escala. 

Descentralizar a geração de energia também estimula o uso de recursos locais, reduzindo a dependência de fontes externas e minimizando o impacto ambiental associado ao transporte. A redução das emissões de GEEs não se limita ao deslocamento, já que, com mais opções de fontes renováveis perto do consumidor, cresce o uso e procura por energia solar, hidrelétrica e de biomassa.

Digitalização

A digitalização aumentou o nível de exigência dos consumidores em relação a diferentes setores e, com o consumo de energia, não é diferente. Hoje já é possível monitorar consumo, eficiência energética e capacidade de distribuição com IoT (internet das coisas) ao nível empresarial. Mas, quando se trata da contratação de energia residencial, ainda falta democratização. 

Para democratizar, é necessário reduzir custos de produção sem perder eficiência. Nesse caso, ser eficiente é gerar energia a curto prazo e converter energia gerada em energia consumida. Com a digitalização, é possível identificar desperdícios e pensar em soluções de consumo mais assertivas. 

Quando o consumo é de grande porte, já existem medidores inteligentes e outras ferramentas. A startup CUBi, por exemplo, usa IoT para facilitar a telemetria da produção e consumo de energia, o que permite à Raízen oferecer aos clientes maior previsibilidade e otimização de suas operações.

Digitalizar tem ainda um papel fundamental na integração de fontes renováveis à rede elétrica. Sistemas de geração de energia solar e eólica podem ser monitorados e controlados, permitindo uma melhor previsão de produção e ajustes na distribuição de energia, o que garante maior eficiência na gestão dos recursos energéticos.

Eletrificação

Eletrificar uma cadeia ou um sistema já existente impulsiona o desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e serviços relacionados a geração, armazenamento e uso da eletricidade.

A frota de carros elétricos é um exemplo concreto desse desenvolvimento, já que o uso desses modelos influenciou no aumento de postos de recarga distribuídos pelo país. Ela se tornou uma exigência dos próprios consumidores, dando abertura para um novo negócio a partir da eletrificação. 

A mesma tecnologia tem sido usada para veículos de grande porte. Exemplo disso são os caminhões elétricos que começam a ser usados para o abastecimento de aviões em aeroportos, diminuindo as emissões de GEEs no setor. 

Mas, para que a eletrificação realmente tenha impactos ambientais positivos nesse sistema, a fonte energética precisa ser verdadeiramente limpa e renovável. Os eletropostos Shell Recharge da Raízen, por exemplo, são abastecidos com energia com certificado IREC ‒ International Renewable Energy Certificate (Certificado Internacional de Energia Renovável, em tradução livre). 

Nasce então uma nova unidade de negócios da Raízen, a Raízen Power. O objetivo da marca é simplificar a contratação de energia elétrica renovável em diferentes níveis, dando mais liberdade também para o consumidor pessoa física. 

Assim como as pessoas já escolhem serviços de streaming, planos de internet e outros serviços, a Raízen Power se prepara para a migração dos consumidores para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), possibilitando um consumo mais sustentável. 

Conheça https://raizenpower.com.br

Inovações em cada ponto da cadeia

Pensar em inovação no setor de energia vai além do que acontece dentro de uma usina. É preciso continuar buscando por soluções eficientes e sustentáveis, acompanhando tendências e estudando a viabilidade das novidades que surgem. Afinal, uma tecnologia que está sendo desenvolvida para outros mercados pode não se aplicar à cadeia produtiva brasileira. 

A produção de energia no país, por exemplo, já é majoritariamente renovável, portanto, não enfrentamos os mesmos desafios dos países europeus ainda dependentes de carvão. 

Ainda é necessário investir em distribuição mais descentralizada, como mencionamos anteriormente, levando opções de abastecimento diferentes para mais perto do consumidor final. 

Para o armazenamento de energia existem alternativas ao uso de baterias sendo estudadas e produzidas em todo o mundo. 

Na comercialização de energia, o mercado brasileiro está se encaminhando para negociações mais livres, mas já existem modelos de geração distribuída e de venda de excedentes. 

Com essa transformação, o impacto também é sentido no consumo, já que as pessoas passam a buscar aparelhos mais eficientes, econômicos e de menor manutenção. 

Dentro da cadeia de produção de energia, há sempre espaço para quem tem ideias transformadoras. O Pulse está sempre em busca de startups para se juntar ao nosso hub de inovação e desenvolver novas tecnologias com aplicações que vão do campo ao posto. 

Traga sua startup para o Pulse

Entre tantas inovações, como direcionar esforços? 

Já ouviu aquela expressão sobre escolher em quais batalhas vale a pena entrar? No cenário de inovação não é diferente. Uma grande empresa em busca de soluções ou diversificação de portfólio precisa pontuar diferentes fatores na hora de definir seus investimentos em inovação.

Por exemplo: como essa inovação agrega valor ao cliente? Qual é o custo de produção e implementação? Qual é o potencial de escalabilidade dessa ideia?

No caminho da inovação, investimentos, tentativas, erros e acertos, surgem as parcerias. Afinal, uma empresa não precisa criar tudo do zero ou fazer tudo sozinha.

A Raízen aposta nessa via de trabalho em conjunto. Assim, em conjunto, a Diel, que reduz o consumo elétrico de sistemas de ar condicionado, soma à sua solução a energia mais limpa e econômica da Raízen Power; a Cubi que monitora consumo e produção de energia, permite um cálculo mais preciso para a Raízen direcionar sua produção; a Heineken, além de usar eletricidade renovável da Raízen na fábrica, oferece também essa possibilidade para bares e restaurantes que vendem seus produtos. 

Conheça mais startups que já atuam em parceria com o Pulse

Da mesma forma, startups que atuam em diferentes pontos da cadeia de energia podem contar com o Pulse para conectar suas soluções às demandas da Raízen. 

Com cases que utilizam IoT, inteligências artificiais, big data, drones e mais, estamos construindo juntos um novo ambiente de negócios, visando eficiência, inovação e sustentabilidade para um futuro energizado.

Se a busca por soluções inovadoras em energia não param de acontecer, como estipular o valor de cada inovação no setor? Saiba criar valor com inovação e entenda que valor é esse. 

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Como fazer da Inteligência Artificial (IA) uma aliada da sua startup

O que era apenas tendência já é realidade consolidada: a inteligência artificial vem ganhando cada vez mais espaço dentro das empresas, em diversos setores.

O time de RH, a área jurídica, o setor financeiro, a galera do marketing… todas as áreas podem aproveitar as vantagens da IA.

De acordo com o Market Report, estima-se que o mercado de IA atinja US$ 459.3 bilhões até 2030.

Mas quais são os limites entre o uso da inteligência artificial como uma facilitadora de tarefas do dia a dia e a dependência dessa ferramenta para os processos?

Continue com a gente para entender o impacto da inteligência artificial no trabalho, seus desafios, como ela pode ser implementada e mais.

As definições de Inteligência Artificial foram atualizadas

Inteligência artificial é um campo pertencente à ciência da computação, voltado para a criação de máquinas que são capazes de “pensar”, aprender e reproduzir determinados tipos de conhecimento.

Algumas aplicações da inteligência artificial são, por exemplo:

  • Machine learning: em tradução, “aprendizado de máquina”. É a capacidade de computadores analisarem dados e, com base na observação de padrões, criarem previsões de comportamento de sistemas complexos. 
  • Deep learning: um método de machine learning em que o aprendizado é feito de forma iterativa. São utilizadas redes neurais que simulam o funcionamento do cérebro humano. Assim, os computadores podem ter raciocínios um pouco mais profundos, como lidar com abstrações e solucionar problemas mal definidos.
  • Visão computacional: aqui, computadores podem extrair significados e informações relevantes vindos de imagens, vídeos e outros formatos, de maneira similar à visão humana.
  • Processamento natural de linguagem: quando há a interação entre computadores e a linguagem humana, possibilitando máquinas a compreenderem, aprenderem e analisarem conteúdos como textos e áudios.

Os desafios para incorporar a IA nos negócios

É certo que as plataformas inteligentes trazem diversas possibilidades para empresas, como a automação de tarefas, análise de dados e previsões de resultados.

Há empresas que nem sequer começaram a implementar a inteligência artificial e compreender como essa tecnologia funciona tende a ser um dos primeiros obstáculos.

Mas e se for necessário um trabalho criativo, por exemplo? Como utilizar a inteligência artificial de forma complementar – e não mandatória – nas ideias propostas pela sua equipe?

Este é outro desafio enfrentado por profissionais que buscam a ajuda dos robôs.

Ah, e o uso eficiente da inteligência artificial requer qualificação (nem sempre há pessoas que conhecem, ao mesmo tempo, a ferramenta e o seu negócio a fundo). Também pode exigir que a equipe seja multicultural.

Algumas preocupações legais ou de compliance podem aparecer, afinal, a legislação não acompanha a evolução tecnológica na mesma velocidade em que ela avança. Por exemplo, se um sistema trouxer dados enviesados com relação a grupos minoritários, um debate ético entra em questão.

Você pode se interessar: O dilema do inovador: como a revolução pode salvar sua empresa

Considere essas ideias para aplicar a IA nos processos

Mas como, de fato, usar a inteligência artificial dentro dos negócios? Como você já percebeu, são múltiplas as possibilidades.

As facilidades da IA podem ser aplicadas e exploradas em níveis estratégicos, no nível de gestão de pessoas e no nível operacional, na melhoria de processos.

Listamos abaixo alguns dos usos mais comuns, mas vale lembrar que cada empresa tem necessidades específicas. Nossas sugestões são para:

  • Trazer mais conveniência e acessibilidade aos usuários
  • Ter tomadas de decisões mais certeiras, devido à análise de dados
  • Aumentar a produtividade, visto que reduz certos esforços manuais
  • Aprimorar o recrutamento e a seleção de talentos
  • Conseguir automatizar operações de rotina, como cadastros e consultas
  • Compreender os desejos dos clientes, criando experiências sob demanda
  • Analisar a concorrência e ter insights para diferenciação
  • Fazer o gerenciamento de estoque e economia de recursos

Como começar a usar a Inteligência Artificial na startup?

Após identificar uma demanda que possa ser resolvida com a ajuda da inteligência artificial, estude qual é a tecnologia que melhor se aplica.

Tente escalar os desafios que surgirão nessa estratégia, definindo expectativas realistas e procurando medir os resultados possíveis da ação.

Entenda quais são as potencialidades e limitações que ela tem a oferecer e faça testes. Vale escrever um case piloto e redesenhar processos, se necessário.

Um lembrete importante: a IA não pode resolver todos os problemas ou executar todas as tarefas do seu negócio, portanto, você deve examinar casos específicos.

IA não é apenas uma tecnologia simples que pode ser integrada com mudanças organizacionais. 

Em vez disso, você também precisa preparar sua força de trabalho manual para adotá-la, envolvendo mais pessoas do time.

Leia também: Como definir o que é relevante no contexto de hiperinformação

Inspire-se com esses cases de sucesso do uso de IA 

E vamos de casos reais de marcas que têm apostado na inteligência artificial como um diferencial competitivo!

Algumas podem até parecer distantes da realidade da sua empresa ou startup, mas o interessante mesmo é observar, além de qual IA é usada, como ela é usada. 

Vale até fazer um breve exercício para imaginar quais desafios essas empresas têm a enfrentar e o que você faria para resolvê-los, se fizesse parte do time de profissionais.

Prepare-se para os insights.

Google

Já percebeu que, quando você utiliza o Google Docs ou o Gmail, aparecem algumas palavras como sugestão para completar sua frase? Isso é inteligência artificial.

Amazon

“Alexa, o que é a inteligência artificial?”… uma das assistentes virtuais mais famosas do mundo facilita o dia a dia de milhares de pessoas.

Tesla

A fabricante de carros elétricos vem desenvolvendo chips de direção autônoma desde 2016. A proposta é que o usuário apenas digite o destino e o veículo se encarrega do restante.

Microsoft

Além de ter uma plataforma com recursos para desenvolvedores usarem a IA em seus aplicativos, a Microsoft anunciou o lançamento do Kosmos-1. O novo modelo apresenta uma inteligência artificial multimodal. Unindo diferentes recursos, ela é capaz de analisar imagens, fazer reconhecimento visual de textos, resolver quebra-cabeças e processar informações em linguagem natural.

Raízen

A companhia utiliza a inteligência artificial em diversas etapas do ciclo produtivo: no planejamento agrícola, no aumento da produtividade, na redução de desperdícios nos parques de bioenergia e até no relacionamento com revendedores nos postos Shell. 

16 ferramentas de Inteligência Artificial para o seu negócio

Depois de todo esse guia com perspectivas, informações e conselhos sobre o uso de Inteligência Artificial nas startups, que tal uma lista com ferramentas úteis para ter na manga?

Selecionamos inteligências artificiais com finalidades diferentes, que podem ser adaptadas à realidade do seu negócio e da sua equipe. Confere aí:

  1. ChatGPT: talvez seja uma das IAs mais conhecidas, esse é um chatbot especializado em diálogo que tem dado o que falar pela sua capacidade de criar textos simples e de automatizar tarefas corriqueiras.
  1. Jasper: outra ferramenta para a produção de conteúdo, Jasper é uma plataforma que promete escrever textos em diversos formatos para as redes sociais. 
  1. Synthesia: tem foco na criação de vídeos por meio de avatares, que são gêmeos digitais de atores reais.
  1. Murf: você insere o texto e a plataforma devolve uma locução com vozes de pessoas reais. Serve para podcasts, vídeos e apresentações.
  1. Jenni: a solução proposta por esta assistente de escrita é aprimorar e completar os textos que você precisa com ferramentas como preenchimento automático, paráfrases e citações.
  1. DALL-E 2: inteligência artificial para criação de imagens? Tem também. O sistema cria imagens realistas a partir de uma descrição em linguagem natural.
  1. Tome: e se você precisar criar uma história com início, meio e fim, envolvendo problemáticas, soluções e um grand finale? Tome é uma IA para storytelling e serve, inclusive, para a apresentação de pitches.
  1. Fireflies: para dar adeus às anotações desorganizadas nas atas de reuniões.
  1. Timely: ideal para automatizar o controle de tempo gastos nas tarefas diárias do time.
  1. Verbum: com foco na comunicação multilíngue, a plataforma traduz, transcreve e cria legendas em mais de 80 idiomas.
  1. Midjourney: um laboratório de pesquisa independente que explora novos meios de pensamento e expande os poderes imaginativos da espécie humana.
  1. Looka: para criação de logotipos e identidade visual simples.
  1. You: um buscador que garante privacidade nas pesquisas feitas e que você personalize os resultados. Dentro dele, há outros serviços para criação de conteúdo em chat (YouChat), em texto (YouWrite) e imagens digitais (YouImagine).
  1. DreamStudio: outra forma de criar imagens em alta qualidade, do que você imaginar, com inteligência artificial em segundos.

Startups focadas em Inteligência Artificial no Pulse

As startups parceiras do Pulse também estão na ponta do desenvolvimento de tecnologias de IA que impulsionam negócios. Conheça duas que já têm projeto rodando na Raízen:

  1. Datarisk: usando Machine Learning, fazem previsões por meio de análise de dados para que as tomadas de decisão do cliente sejam mais assertivas.
  2. Onisys: plataforma de IA de segurança de trabalho para prevenção de acidentes rodoviários com ferramentas para otimizar processos de gestão de SSMA.

As opções de inteligência artificial não param de crescer e estão ficando cada vez mais sofisticadas. A tendência é que essas tecnologias e seus desdobramentos se tornem pilares importantes para atividades diversas, na forma de softwares capazes de executar funções cotidianas.


Em resumo: para quem deseja se beneficiar das vantagens da inteligência artificial, é válido começar aos poucos. São tantas surpresas e novidades ao longo do caminho, você não vai querer deixar de percebê-las e aprimorar seus conhecimentos de como a inteligência das máquinas pode impulsionar o seu negócio.

A inteligência artificial é um dos aspectos da realidade phygital. Ainda não sabe o que é isso? Clique e fique por dentro.

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Como definir o que é relevante no contexto de hiperinformação

Aprenda a se orientar e obter a melhor leitura de cenário em um contexto de hiperinformação.

Hiperinformação: a palavra soa complicada, e o significado é tão complexo quanto. 

A era da hiperinformação, como é conhecido o período em que vivemos, simplificou e democratizou o acesso à informação. Com tantas fontes simultâneas de conteúdo, fica complicado diferenciar o que vale do que não vale tanto assim a nossa atenção. 

Para os gestores de startups, é essencial ser capaz de fazer uma leitura fiel do atual cenário econômico, político e social. Quando se inicia um novo projeto tecnológico, o objetivo é solucionar um problema real, e compreender o contexto previne problemas futuros. 

Mas como traçar um caminho certeiro no oceano de hiperinformação na era do doomscroolling – o hábito de ficar navegando por notícias ruins na internet? 

Ninguém está dizendo que será fácil, mas alguns métodos auxiliam no difícil plano de se manter informado sem se perder no caminho ou cair nas notícias falsas e tendenciosas. 

Hiperinformação e desinformação

Nunca estivemos tão informados e, ao mesmo tempo, perdidos em meio a tanto conteúdo. A era da pós-verdade, como definem alguns autores, se baseia muito mais na conexão afetiva entre os envolvidos com o fato do que no compromisso com a verdade.

Vivemos em um cenário social com mudanças rápidas e constantes. Novas ferramentas, soluções digitais e redes sociais surgem no horizonte a cada vez que pensamos: “será que alguém já projetou isso?”. 

Com tanto material disponível, fica fácil se perder e cair em armadilhas predefinidas por algoritmos que nem sempre têm boas intenções. É o que chamamos de desinformação causada pela hiperinformação. 

Sem contar a competição por atenção. Sim, estamos cada vez mais seletivos e cada vez menos pacientes. 

Você já deve ter sentido sono ao se deparar com um texto com mais de dois parágrafos, correto? A crise da atenção, ou stolen focus, também é consequência do dinamismo de informações da atualidade. 

4 técnicas para identificar as melhores fontes de informação 

Se temos muito conteúdo disponível, pouco tempo e menos foco ainda, aprender técnicas de pesquisa e identificação de informações relevantes pode poupar muita dor de cabeça. 

Escolha de fontes confiáveis 

Como falamos, a pós-verdade é mais sobre sentimento do que sobre fatos. Então, se determinada notícia parece boa demais para você, desconfie.

Busque notícias em sites com URLs confiáveis, de grandes veículos e grupos de comunicação do país e do mundo. Além disso, sempre que possível, pesquise o mesmo fato em mais de uma fonte. 

Existem ferramentas para checagem de fatos, como Aos Fatos, Fato ou Fake (nacional) e Fact Check (internacional). Elas são gratuitas e foram criadas para auxiliar a navegação, use à vontade. 

Menos é mais

Apesar de ser importante comparar um mesmo fato em mais de um veículo, priorizar qualidade ao invés de quantidade previne cair em tentação e se perder em meio a tantos dados disponíveis. 

Elenque de dois a quatro veículos de confiança para recorrer sempre que tiver a necessidade de alguma informação específica, e não espere que saber todos os detalhes, números e estatísticas vai lhe ajudar a entender mais. Na maioria das vezes, ficamos ainda mais confusos. 

Cuidado com as autoridades das áreas 

Mesmo que a pessoa ou influenciador seja expert na área, ou se posicione como tal, não significa que ela necessariamente será sua melhor fonte de informação. 

O mercado editorial também caminha junto com o de influência (e isso não é algo ruim, mas pode ser tendencioso). Evite ter como única fonte pessoas que são autoridades em determinadas áreas.

Aplicativos a seu favor

Principalmente para quem trabalha com startups de mercado financeiro e tecnologia. Existem aplicativos desenvolvidos para condensar informações do mundo todo em telas simplificadas, e enviar notificações de acordo com filtros que você determina. 

Por exemplo: se estar à par da variação do dólar é importante para o seu negócio, utilize aplicativos de câmbio que emitem alertas quando a moeda chegar ao valor que você julga interessante. 

Algumas ferramentas do Google Notícias auxiliam nisso também. Ao indicar os assuntos do seu interesse, você recebe na sua caixa de entrada as principais notícias, quando houver, indicando uma busca por palavras-chave e outros termos relevantes. 

Estar informado com qualidade, utilizando os métodos certos, evita desgaste mental e emocional e auxilia a manutenção do seu negócio. Navegar é necessário, mas quem trilha os caminhos somos nós mesmos – e a qualidade da rota é mais importante do que estar em todos os lugares ao mesmo tempo. 

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Inovação de práticas pede diversidade de pessoas (e ideias)!

Contra fatos não há argumentos: a diversidade impulsiona (e muito) o pensamento inovador! ?  A inovação é consequência de ambientes de trabalho que proporcionam segurança para o time ir além.

Além de cumprir um importante papel na justiça social, as práticas de diversidade e inclusão têm efeitos positivos na cultura e no desempenho das empresas. E não falamos só de um elenco diverso em propagandas, boas fotos no LinkedIn da firma ou hashtags legais nas redes: é diversidade na prática, no dia a dia e na retenção de talentos.  

Quando existem pessoas diferentes em uma equipe, que dialogam e chegam a novas soluções juntos e juntas, os efeitos surgem naturalmente: confiança, felicidade, bom relacionamento interpessoal e criatividade. 

Quer entender mais sobre o assunto? Acompanhe ?

O que é a diversidade no ambiente de trabalho?

A diversidade no ambiente de trabalho deve ser um reflexo da sociedade.
No Brasil, há pessoas de diversas religiões, etnias e grupos sociais. Portanto, promover a diversidade corporativa significa espelhar a pluralidade brasileira no dia a dia, no espaço corporativo, apoiando a inclusão, sobretudo, cultural!

Diversidade sem inclusão é avião sem asa

Uma não funciona sem a outra. A diversidade se refere às diferenças entre si, sejam de gênero, raça, orientação sexual ou habilidades. 

Mas ela precisa andar junto com a inclusão. Ou seja, é preciso gerar o sentimento de pertencimento, com respeito, acessibilidade e abertura para novas ideias.
Só assim esses benefícios viram realidade para todos.

O cenário atual da diversidade corporativa

Separamos alguns dados de pesquisas recentes sobre o cenário atual da diversidade corporativa. Confira:

Inclusão racial

De acordo com uma pesquisa realizada pela Revista Exame em 2020, pessoas negras ocupam somente 5% dos cargos de liderança nas maiores empresas do país.

Além disso, 1 a cada 5 consumidores admitiram terem tido alguma atitude racista e 56% deles concordam que as empresas têm preconceito durante o recrutamento. 

Também foi constatado em um estudo, realizado em 12 países com mais de 1.000 empresas pela Mckinsey & Company, que as companhias com diversidade étnica racial na alta liderança têm 33% mais propensão a obterem lucros.

Esse fato é comprovado por outra pesquisa da McKinsey, que alega que negócios com diversidade racial podem ter rendimentos até 35% acima da média e, a cada 10% de aumento na diversidade, o crescimento nos lucros sobe em 0,8%.

Equidade de gênero

Uma pesquisa realizada pelo IBGE divulgou que, mesmo com o tema em alta, as mulheres ocupavam apenas 37,4% dos cargos gerenciais em 2019. 

Além disso, no Brasil, metade das mulheres ficam desempregadas um ano após ter filhos, seja por demissão ou por decidirem largar o emprego, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em contrapartida, a Revista Exame divulgou que as empresas com diversidade de gênero têm de 22% a 23% mais chances de serem lucrativas ?

 LGBTQIAP+

Um estudo realizado em 14 estados brasileiros com o público LGBTQIAP+ ativo no mercado de trabalho mostrou que: 

> 41% do público afirmou ter sofrido discriminação pela orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho

> 33% das empresas brasileiras não contratariam pessoas LGBTQIAP+ para cargos de alta liderança

> 61% dos funcionários não se sentem à vontade expondo sua sexualidade a colegas e gestores

Por outro lado, empresas que trabalham para mudar este cenário já colhem resultados: muitas relataram o aumento de ideias inovadoras na equipe! 

Uma pesquisa apontou que companhias com pessoas LGBTQIAP+ em cargos de liderança têm performance 61% maior em relação a empresas sem profissionais diversos. 

Quando pessoas com pensamentos e vivências distintas trabalham juntas,
os resultados se tornam mais consistentes e dialogam com o mundo ?

PCDs

De acordo com uma pesquisa publicada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde de 2013, 6,2% da população do país têm algum tipo de deficiência.

Contudo, apenas 441 mil pessoas com deficiência estão empregadas no Brasil — o que corresponde a menos de 1% do total desse público em empregos formais.

Mudar a perspectiva é um bom começo para solucionar problemas que as pessoas sem deficiência nunca identificariam como tais!

Uma cultura corporativa que promove a igualdade e o respeito deve pensar em incluir esse público a partir de uma gestão humanizada, programas e iniciativas com outros PCDs, regras trabalhistas inclusivas e ambientes acessíveis. 

Além de contribuir para a melhora do cenário nacional de PCDs no mercado de trabalho, os benefícios também envolvem o aumento da produtividade!  De acordo com gerentes de empresas que já promovem a inclusão, funcionários com deficiência tendem a ser mais dedicados no trabalho em comparação a profissionais sem deficiência. 

Como trazer diversidade para o dia a dia?

  1. Comece entendendo o quão diversa sua empresa já é

Isso envolve pessoas de todas as idades, etnias, orientações sexuais, culturas, áreas de estudo e pessoas com deficiência.

  1. Identifique o que pode ser um obstáculo para a diversidade 

Será que a cultura organizacional do seu negócio favorece a todos os públicos? Localização e benefícios e horários fazem sentido para as pessoas diferentes? Estude o que vale ser mudado!  

  1. Crie comitês, iniciativas ou programas de diversidade! 

Dessa forma, todo mundo que já trabalha na empresa pode se sentir ainda mais à vontade para disseminar conhecimentos sobre o tema — e receber de braços abertos os novos talentos! 

  1. Comunique à equipe sobre a estratégia de um time plural 

É super importante que toda a equipe esteja a par dos objetivos da empresa, principalmente, em estratégia de gente. Assim, todos podem vibrar com as conquistas juntos e perceber a mudança acontecendo.

  1. Reveja o processo seletivo 

O recrutamento da sua empresa inclui todas as pessoas? Mães solteiras, pessoas negras, pessoas LGBTQIAP+, pessoas com deficiência, de diferentes religiões… Revise a dinâmica e a alinhe à nova estratégia, conversando com o item 2 dessa lista. 

  1. Crie um canal de ética 

Um ambiente seguro deve prever soluções para situações que podem fugir do controle e dos valores da empresa. É o caso do assédio, desrespeito, discriminação e preconceito. Os funcionários e as funcionárias precisam se sentir confortáveis para contar com o canal de ética sempre que necessário.   

7. Adapte o ambiente de trabalho 

Todo mundo tem acesso ao escritório? É um local ergonômico que pensa em PCDs e se utiliza de uma arquitetura pensada para unir o time? Tudo isso influencia: a reforma do ambiente presencial precisa ser considerada!

Por que você deveria começar a investir em diversidade hoje mesmo

Ao investir em diversidade e inclusão, sua empresa irá: 

> Agregar vantagem competitiva

> Fomentar a equidade social

> Gerar maior conexão com o ecossistema 

> Adquirir postura inovadora e criativa!


Além disso, o estudo realizado pela Mckinsey constata que os funcionários que trabalham em empresas que investem em um time diverso têm probabilidade: 

> 152% maior de afirmar que podem propor novas ideias e tentar novas formas de fazer as coisas

> 77% maior de concordar que a organização aplica ideias externas para melhorar sua performance

> 76% maior de afirmar que a organização faz uso do feedback de clientes para melhor atendê-los

> 72% maior de reportar que a organização melhora consistentemente sua forma de fazer as coisas

> 64% maior de afirmar que colaboram compartilhando ideias e melhores práticas

Conheça os TransformadorEs: um grupo de diversidade na Raízen

Os TrasformadorEs são um grupo que integra o comitê de Diversidade&Inclusão dentro da Raízen, empresa da qual o Pulse faz parte. 

Nesse grupo, cada integrante é um porta-voz da diversidade e o objetivo é que as pessoas troquem experiências e relatos e disseminem temas sociais dentro da companhia, através de diferentes ações. Todos e todas são bem-vindos: para ingressar, basta sinalizar o interesse!

Conheça mais sobre essa iniciativa aqui.

A iniciativa Pulse pela atração e retenção de talentos diversos

A Raízen e o Pulse também estão focados em trazer mais diversidade para os times! Para isso, apoiamos startups e instituições de ensino parceiras na capacitação tecnológica para jovens em situação de vulnerabilidade social, mulheres, migrantes e refugiados. Ao todo, essa iniciativa já soma mais de 40 contratações nos times de tecnologia!

Conheça 3 startups parceiras em diversidade

  1. Laboratoria – empresa que fomenta a economia digital diversa, inclusiva e competitiva, conectando mulheres a novas habilidades na área de tech   
  2. Toti – primeira plataforma brasileira de ensino e inclusão de pessoas refugiadas e migrantes no mercado de trabalho de tecnologia
  3. Soul Code – escola de inclusão digital que capacita pessoas na área  tecnológica e foca em diversidade, equidade e empregabilidade

Essas iniciativas nos ajudam não só a alavancar a diversidade no segmento de tech, como também a incluir diferentes individualidades, origens e histórias de vida no futuro do ecossistema digital ✊??‍?  

  1. Laboratoria – empresa que fomenta a economia digital diversa, inclusiva e competitiva, conectando mulheres a novas habilidades na área de tech   
  2. Toti – primeira plataforma brasileira de ensino e inclusão de pessoas refugiadas e migrantes no mercado de trabalho de tecnologia
  3. Soul Code – escola de inclusão digital que capacita pessoas na área  tecnológica e foca em diversidade, equidade e empregabilidade

Essas iniciativas nos ajudam não só a alavancar a diversidade no segmento de tech, como também a incluir diferentes individualidades, origens e histórias de vida no futuro do ecossistema digital ✊??‍?   

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ESG: O novo papel das startups na sociedade

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